No último grupo de pais que acompanhei, inserida numa equipa, eles comunicaram-nos que, na “viagem” que pretendiam fazer connosco, pretendia atingir:
Relacionada com a posição dos filhos na família:
Saber usar melhor a motivação e a confiança, aumentando auto estima dos filhos.
Aumentar a responsabilidade e a maturidade.
Saber fazer com que os filhos cumpram regras.
Diminuir a teimosia os filhos e a manipulação que muitas vezes exercem com os pais.
Relacionada com a posição dos filhos na escola:
Aumentar a concentração escolar e a motivação para ao trabalho.
Fazer com que os filhos sintam mais confiança, saibam ouvir; e cumpram regras.
Aumentar a autonomia e a segurança .
Saibam encarar as injustiças.
Relacionada com as suas próprias pessoas:
Aprender a lidar com os problemas infantis.
Saber escutar os filhos e saber transmitir as ideias sem exaltação.
Diminuir a ansiedade e insegurança, ser mais optimista, mais confiante, mais paciente.
Aprender a ser mais assertivo.
Poder sentir que são bons pais.
Conseguir interagir sem gritar .
Conseguir participar mais nas brincadeiras do meu filho .
Relatarem, no final, que foram sentindo ao longo das sessões:
Fel idade; gosto pela partilha; o prazer de recordar as próprias infâncias; a importância do sentimento; a importância de reforçar os estímulos com os filhos, da interacção, do diálogo e de receber explicações para as dúvidas; a necessidade de aprender a decidir; o reconhecimento de que os filhos são o reflexo dos pais; o alívio de ficar a saber que as suas duvidas e medos não eram só deles, mas comuns a outros pais.

