A CONJUGAÇÃO DE ESFORÇOS FAZ A DIFERENÇA – por António Mão de Ferro

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Cada vez mais são as pequenas diferenças que fazem as grandes diferenças. Para que as empresas se diferenciem é necessário ter pessoas voluntariosas que através de pequenas diferenças no comportamento, na atitude, nos modos de trabalhar, façam as grandes diferenças. Nas organizações precisa-se da atitude e do esforço daquele avançado de futebol, que corre atrás de um bola que está quase a sair pela linha de cabeceira, quando os outros já não acreditam ser possível apanhá-la. Mas ele acredita, corre, corre e marca um golo!

As coisas não estão para os acomodados numa altura em que é imprescindível repensar a organização, porque as alterações dos mercados, a rápida obsolescência dos produtos, exigem uma força de trabalho qualificada e empenhada. É fundamental que os colaboradores sejam responsáveis e com maturidade para que possa ser-lhes dada autonomia, que sejam capazes de diversificar o trabalho e otimizar os saberes, o que implica que tenham raciocínios claros e estejam à altura das exigências dos clientes, que saibam o que podem fazer para os satisfazer, mesmo que se tenham que alterar estratégias com frequência. Isto implica que na empresa também se tenha em conta que os clientes internos devem ser tratados com dignidade, e esse aspeto está dependente de todos os que constituem a organização, pelo que todos deverão estar disponíveis para dar e receber no sentido de serem satisfeitas as suas necessidades e ajudarem a satisfazer as dos outros.

Para além de um raciocínio apurado é necessária uma coerência que não baralhe uns e outros, e humildade para se reconhecer a impotência do sistema empresa perante novos valores em crescimento, se não houver adesão das pessoas que a compõem.

No futuro ganharão certamente as empresas que tenham colaboradores que sejam capazes de se mobilizar e mobilizar os outros, para que se atinjam determinados fins. Para isso é preciso que ninguém jogue nas meias tintas, defenda e se responsabilize por aquilo que faz, se sinta parte do grupo, celebre os sucessos e tudo faça para minimizar atritos e mal entendidos. Ao integrarem as equipas de trabalho, os bons colaboradores conhecem-se quando perante um problema se centram na sua solução, mobilizando para isso todos os seus saberes, para sanarem todas as falhas e fazerem a diferença nos serviços que prestam.

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