Pentacórdio para Domingo, 30 de Junho

por Rui Oliveira

 

 

 

   Neste Domingo, 30 de Junho, fim de um mês em que as actividades culturais de referência se foram gradualmente interrompendo com a aproximação dos meses de férias, são já poucos os eventos significativos a noticiar e por esse motivo (mas não só) iremos suspender o nosso (e vosso) Pentacórdio até ao começo da temporada 2013/14.

 

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   Procurando bem, ainda encontramos neste Domingo estival um curioso espectáculo de dança no Jardim das Oliveiras do Centro Cultural de Belém.

PICT0103   Trata-se de “Between the Folds”, uma instalação criada em colaboração, por Caroline Collinge e Dybwikdans (a companhia cuja directora artística e coreógrafa é a norueguesa Siri Dybwik), em que os figurinos, a coreografia e a música descrevem a transformação de um espaço.

   A interpretação está a cargo de Maria Hannevold. Nesta instalação, os artistas encorajam o público a espantar-se com o espaço convidando-o a viver a sua própria experiência.

   Cada sessão dura cerca de 15 minutos, repetindo-se às 11:00, 12:00, 15:00, 16:00 e 17:00. Haverá novas sessões às mesmas horas no próximo Sábado 6 e Domingo 7 de Julho.

   A entrada é livre.

   É este o tipo habitual das instalações de Siri Dybwik em que participa Maria Hannevold :

 

 

   Neste dia, às 17h, tem lugar na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, com entrada livre, por iniciativa do Conservatório de Lisboa, o Concerto de Encerramento do estágio de verão do Conservatório de Lisboa.

   Desconhece-se o programa musical de tal sarau.

 

 

 

   Quanto a conferências/debate, lembramos que tem lugar neste Domingo, 30 de Junho, no Jardim de Inverno do São Luiz Teatro Municipal com entrada livre, o segundo módulo do ciclo Modo Interrogativo sob o título “Cultura e Cidades – Políticas para a Cultura e Ideias de Território” (comissariado por Tiago Bartolomeu Costa).

 Juiz_de_Fora_-_Vista_area  Diz este: «A partir de exemplos concretos e diversos nas áreas da literatura, dança, teatro, música e programação, observaremos modelos de boas práticas que, ao longo do tempo, se inscreveram em comunidades distintas. Discutiremos com os directores artísticos destes projectos as estratégias desenvolvidas e os planos que a curto, médio e longo prazo estabeleceram para a execução dos seus objectivos.

   Na mesa estarão presentes as vereadoras da cultura das respectivas câmaras (neste caso as de Lisboa, Guimarães, Évora e Faro)».

 

   Assim, às 18h30, sob o título “Cidades Políticas”, confrontar-se-ão Alexandra Gonçalves (C.M. Faro), Catarina Vaz Pinto (C.M. Lisboa), Cláudia Pereira (C.M. Évora) e Francisca Abreu (C.M. Guimarães), sendo comentador António Pinto Ribeiro.

   Às 21h, sob o título “Cidades Projectos”, ouvir-se-ão Henrique Amoedo (responsável de Dançando com a diferença), João Pedro Vaz (de Comédias do Minho), Luís Costa (do Centro de Residências Binaural/Nodar), Luís Ferreira (do Festival Bons Sons) e Paulo Vasques (de Circular- Festival de Artes Performativas), sendo comentador João Guimarães.

 

 

 

82a952f44f907ff1af31f8db2dcf98a89e1f52d2   Por último e para não destoar de preocupações manifestadas anteriormente, chamamos a atenção para o encerramento neste Domingo 30 de Junho, às 18h, no Lounge do Museu Fundação Oriente, da exposição “Macau. Memórias a Tinta-da-China” que reúne várias obras do pintor Charles Chauderlot, as quais «tentam memorizar, através dos seus pincéis, o glorioso passado marítimo de Macau, neste ano em que se comemoram 500 anos de relações luso-chinesas reproduzindo, em pintura, os edifícios que recordam que a cidade foi, em tempos, um próspero entreposto comercial para Portugueses e Chineses» (diz o Museu).

 

 

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   E como remate final, aconselharíamos a visita à mostra exposta na Cordoaria Nacional intitulada “Uma Antologia Fotográfica” relativa ao designer, arquitecto e artista plástico António Sena da Silva que era, também, um grande fotógrafo de Lisboa. 970015_643907725624061_1550145178_n

   É de entrada livre e encerra a 4 de Julho próximo.

   São cerca de 200 fotografias, naquela que se afirma como a maior exposição do seu trabalho fotográfico, que retratam  a cidade de Lisboa pelo olhar de Sena da Silva.

   Comissariada por Sérgio Mah, esta antologia parte de um trabalho de investigação e estudo ao espólio do autor, constituído por cerca de 20 mil negativos e diapositivos realizados desde o final da década de 40 até ao fim da sua vida em 2001.  

   É possível aceder aqui a um vídeo que percorre a referida exposição :

 

 

   Caros leitores, despeço-me com votos de boas férias  … e até ao Outono !

 

 

 

(para as razões desta nova forma de Agenda ler aqui ; consultar a agenda de Sexta aqui)

 

 

 

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