A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
constituído inspiração para livros e para séries televisivas – uma italiana (da RAI) há anos atrás e outra, mais recente, portuguesa, baseada num guião de Francisco Moita Flores – nenhuma parece ter feito justiça ao engenho e à superior inteligência de Alves dos Reis. Dos livros, é particularmente bom o romance The Man from Lisbon, do escritor norte-americano Thomas Gifford (O Homem de Lisboa).
Circunstâncias do passado fizeram-me ouvir, variadissimas vezes, relatos muito bem documentados do caso do Angola e Metrópole. O facto de o A.dos Reis não ter querido pagar pelo Século a quantia que o seu director Pereira da Rosa ( flor para não cheirar) pretendia, fez deste jornal um denunciante constante da vida de luxo do Alves dos Reis e da Mulher o que associado com a descoberta, por um funcionário do Banco de Portugal, duma – já não recordo qual – anomalia na numeração duma das notas de 500 escudos, acabaria por levar a uma busca ao Angola e Metrópole onde foram encontrados alguns caixotes cheios de notas vindas de Londres,via mala diplomática. O, então ministro de Portugal nos Países Baixos, um Homem sério mas crédulo, foi enganado pelo irmão – um aldrabão – e aceitou que a mala diplomática fosse utilizada para fazer um favor particular sem nunca ter sabido que era para o envio das notas encomendadas à casa Waterlow.
Ainda conheci o Dr. António Bandeira quando voltou do seu exílio nos Açores e recordo ter visto o José Bandeira, um dos activistas da burla. Se nada tivesse sido descoberto, o Salazar jamais teria chegado ao governo pois dinheiro era coisa que não faltava e fomentar negócios por meio de empréstimos era uma das maneiras de trocar as notas chegadas de Londres e com isso, por fim, acabar-se-iam os vestigios da burla. Se, agora, em vez da maioria parlamentar e o seu governo andarem a querer pagar, indevidamente, “a divida odiosa” aos vigaristas das bancas internacional e nacional que, anos a fio, andaram a roubar os portugueses, esse tal Governo – se houvesse disso em Portugal – devia era abandonar o maldito euro e, como sempre foi feito – antes de sermos colónia dos centro-europeus – mandasse fazer notas de escudos. Com esse gesto político só haveria prejuízo para quem merece tê-lo. Ao trocarem-se os euros pelos escudos- ao contrário do que foi feito há anos – o Banco de Portugal teria os euros necessários para pagar, apenas, as importações imprescindíveis. Na ordem interna haveria dinheiro para não haver pobreza, para respeitarem-se as reformas e as pensões, para garantir-se tanto o SNS como o ensino oficial, para melhor financiar-se a Justiça e, também, para acabarem os saques às finanças da Segurança Social. Se houvesse inconvenientes financeiros, como o terrorismo governamental pretende fazer acreditar, não seriam maiores, nem piores que os que estão em curso, nem doutros que estejam para chegar. Ao menos deixavamos de ser colónia e podiamos andar de cabeça erguida.CLV
PRETENDO COMPRAR ESTE LIVRO . ONDE POSSO ENCONTRÁ-LO NA CIDADE DO PORTO?
A bioagrafia nao esta totalmente correta. Nao foi o Seculo a descobrir a duplicacao das notas. Mas sim um jornalista despedido por suspeitar da real fortuna qiabdo ele comprou o menino douro . Quase a beira o suicidicio, por coincidencia deparpu se om duas notas com a mesma chapa e assim descoberto. E outras situas situações aqui narradas nao correspondem a total veracidade. O primeiro passo dele foi como engenheiro dos caminhos de ferro . Revordo que ele era tratado por engenheiro macaco. SABEM O PORQUÊ?