A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
A valorização social que hoje ainda assumem os diplomas do Ensino Superior, ao ponto de se cometerem atropelos à legalidade académica, como os que se verificaram no caso de Miguel Relvas, essa super-avaliação do “canudo” que leva a exigir que para integrar um executivo governamental seja obrigatório possuir um desses certificados, mesmo que obtido, de forma esconsa, terá tendência a baixar com a inflação de cursos e com a vulgarização dos diplomas. Note-se que hoje quase 20% da população portuguesa tem um diploma do Ensino Superior. Há cem anos cerca de 70% da população era analfabeta. Os reflexos na cultura nacional não são sensíveis – a iliteracia será menor, a produção literária, científica, artística, é semelhante. Lendo jornais e revistas de 2013, verificamos que jornalistas sem formação superior em comuniçaão social, usavam um português mais escorreito. O comportamento ético, esse então é claramente inferior nos dias de hoje. Em termos comportamentais, o défice agravou-se, a evolução é negativa.
Acho que tanto os irmãos portugueses quanto os brasileiros estiveram na escola do Conde d’Abranhos!
abraço da Rachel Gutiérrez