“SOLTA A PALAVRA” – DE UM GRUPO DE PESSOAS PARA TODOS NÓS por Clara Castilho

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Solta a Palavra, uma revista editada pela associação CRIL, vem hoje à nossa montra de publicações. Clara Castilho vai folheá-la.

Recebi via internet um número de uma revista muito interessante, começando pelo nome: Solta a Palavra.

É editada por uma associação – a CRILque pretende “influenciar positivamente as políticas da leitura para a infância e a juventude no nosso país”, e que “não visa asfixiar ou substituir instituições congéneres, de âmbito local ou nacional existentes no país mas, ao invés, apoiar-se nessas estruturas e favorecer o seu desenvolvimento”.

Considera-se um centro de documentação, de pesquisa, de reflexão, de debate, que privilegiará, no quadro do seu programa, as intervenções de apoio, de coordenação de iniciativas e de difusão de experiências inovadoras, desenvolvidas por organismos e pessoas com responsabilidades na área da literatura infantil e juvenil.

Tem a sua sede no Porto (Rua do Campo Alegre, 506) e funciona em regime de “voluntariado”, com a colaboração de todos aqueles que se têm interessado por este projecto.

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A sua história provem dos contactos havidos durante vários anos com o CRILJ (Associação com mais de 25 anos, sediada em Paris), nascendo a ideia de adaptar, ao meio português, o essencial desse projecto. Em Junho de 1997, um pequeno grupo de pessoas ligadas ao ensino e às bibliotecas escolares, e interessadas em viabilizar uma associação que, de algum modo, servisse os interesses de crianças e jovens no campo da leitura, servindo de apoio a profissionais e a quem quisesse colaborar nesta área, reuniu nas instalações da Escola Secundária Garcia de Orta, no Porto, nascendo então, inspirado na sua congénere francesa, o CRILIJ.

 

No seu site www.crilij.com explicam-nos o que pretendem fazer:

 

Criar um centro de recursos para professores e bibliotecários que permita uma ampla e rápida informação sobre publicações e iniciativas, dentro da área da leitura para jovens, tanto no âmbito nacional como internacional.

Preparar uma base de dados de autores e ilustradores nacionais.

Promover/participar em debates e colóquios sobre alguns dos temas mais urgentes na nossa política de leitura para jovens.

Publicar um boletim periódico que seja uma chamada de atenção para autores, ilustradores ou temas de interesse; sugerir leituras de obras cujas recensões serão apresentadas; divulgar experiências desenvolvidas em escolas ou outras instituições, de forma a permitir uma comunicação em rede; divulgar informação sobre formas de utilização das tecnologias da informação e da comunicação.

Organizar “malas pedagógicas”, que circulem pelas escolas, com obras de autores, e/ou conteúdos temáticos afins.

Criar, posteriormente, um “Conselho de leitura” destinado a fazer uma apreciação de obras que pela sua qualidade se julgue oportuno recomendar.

 Pois, quem se interesse por estes assuntos, só tem a ganhar se for ao site e ler as revistas que muito contribuem para a análise das obras destinadas à infância. Soltem a Palavra!

 

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