Terceira parte
(conclusão)
Um simples gráfico da evolução da dívida relativamente ao PIB dos países em maior dificuldade por trimestres, mostra à evidência o absurdo da lógica seguida e praticada quase que ao limite do insuportável:
Obrigado à Reuters
A análise de Nuti e o gráfico agora apresentado desfazem-nos todas as ideias de possível condescendência perante os quadros teóricos com que os defensores das políticas de austeridade nos pretendem silenciar e perante estas mesmas políticas e os políticos que as praticam, com as quais se vai minando fortemente a própria Democracia. A passividade em Portugal, a violência na Grécia, são pois claros exemplos desses efeitos.
Certo de que como cidadão cumpro a minha obrigação enviando e sugerindo a leitura do texto de Mário Nuti e, para quem possa ter dúvidas do texto, junto a versão original do mesmo que também acompanha a presente carta, subscrevo-me com a maior estima e consideração.
Muito Atenciosamente
Júlio Marques Mota Professor Auxiliar Convidado na situação de aposentado. Faculdade de Economia Universidade de Coimbra
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Para ler a Segunda parte desta carta do argonauta Júlio Marques Mota, vá a:

