RETRATOS COM HISTÓRIAS – GRACE KELLY – POR EDUARDO GAGEIRO

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Grace Kelly e Rainha Vitória. 1967. “Foi uma fotografia fácil para a revista Eva”.

Em Grace Kelly confluiram mitos de dois mundos – actriz com muita beleza física e algum talento, de 1951 a 1956, foi intérprete de filmes de sucesso, nomeadamente The country girl, que lhe valeu um Oscar como melhor actriz. Selectiva na aceitação das personagens que representava, criou uma reputação de integridade moral que favoreceu o seu casamento com um soberano europeu. Os mitos criados em Hollywood, verdadeira fábrica de ilusões,  e os mitos seculares de uma Europa em que os  parlamentos são os verdadeiros soberanos e as famílias reais adereços, figuras decorativas que favorecem o turismo, reuniram-se na pessoa de Grace Kelly, cujo casamento com Ranier III do Mónaco, foi comparado a um conto de fadas e alimentou páginas das revistas do coração. A sua morte trágica num acidente de viação, foi um fim dramático para o que até então parecia ser uma história com final feliz. (CL/MS)

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