Para Sun Tzu, quem é hábil na guerra conduz o exército como se levasse uma única pessoa pela mão. O general deve ser tranquilo e impenetrável, rigoroso e disciplinado. Ser capaz de manter oficiais e soldados na ignorância das seus projetos de maneira a que ninguém conheça o que ele planeia. Varia os percursos para que os objetivos que pretende alcançar, não sejam conhecidos pelo inimigo.
As palavras devem ser transformadas em ações, pois as palavras bonitas de nada valem, senão se conseguirem por em prática.
Para ele quando se faz uma boa análise da situação, não se perde tempo com situações que não se podem vencer e utiliza-se mais o tempo naquelas onde se conseguem ter vantagens.
Se se quiser fazer uma analogia com o que é referido no documento sobre a Arte da Guerra talvez se chegue à conclusão de que as diferenças entre as empresas médias e as de sucesso estão, na maior parte das vezes, na habilidade com que definem e usam estratégias e táticas, na capacidade de visualizar oportunidades, de utilizar as palavras certas no momento certo e ocupar-se da missão com energia.
Se a empresa concorrente entrar em força no mercado, deve-se despistá-la. Assim ela é obrigada a utilizar reforços para descobrir dados que não existem e aguardar um ataque no lugar errado.
Entretanto deve fazer-se inovações dentro da empresa e promover a visão e o orgulho dos colaboradores. Porque o recurso mais importante é o compromisso dos mesmos e a criatividade
É importante usar a informação com rapidez, para comparar a posição da empresa com as outras e ter uma perspetiva precisa sobre o lugar que ocupa. A informação precisa e na hora certa é fundamental numa competição bem sucedida.
O líder que ganha todas as batalhas destruindo os outros, não é um verdadeiro líder. O verdadeiro líder é aquele que vence a guerra, obrigando o adversário à rendição sem combate.