OFÍCIO DE ESCREVER, por MANUEL SIMÕES joaompmachado24 de Abril de 201424 de Abril de 2014Literatura Navegação de artigos PreviousNext OFÍCIO DE ESCREVER Escrita como impulso do grito, do ar que arde em torno e dos membros se dirige para o centro, para o lugar proscrito. Tudo é ardor e fogo, súbita alegria, memória a resgatar o vento de novembro, o desvio momentâneo da história. Tudo é ardor, o vento inventa o ritmo que cria e forma o grito: único meio ou modo de resistir ao bloqueio. 25-11-1975, in Poemabril Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print Like this:Like Loading...