AINDA SUN TZU – por António Mão de Ferro

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AINDA SUN TZU

Deverá ter-se um bom conhecimento da organização e do concorrente, pois segundo Sun Tzu nunca será derrotado em cem batalhas quem se conhecer a si mesmo e ao inimigo. Quem não conhece o inimigo mas se conhece a ele próprio, tem iguais possibilidades de vitória. Quem não se conhece a si mesmo nem ao inimigo, irá sofrer derrotas em todas as batalhas.

A estratégia ideal é tornar obsoletos os produtos ou serviços dos concorrentes por meio da inovação.

Segundo alguns relatos:

Os “grandes guerreiros da antiguidade” tornavam-se primeiro invencíveis e esperavam o momento vulnerável do inimigo.

A vitória é uma questão de oportunidade e momento e comandar muitos é o mesmo que comandar poucos, desde que saiba delegar.

Um guerreiro hábil move o seu oponente, não se deixa mover por ele. Controla a situação, mas o inimigo não sabe como ele o consegue.

Uma manobra bem sucedida depende do modo como se confunde o inimigo e se despista. O que se desloca sem restrições e mantém a sua liderança vencerá.

Os antigos guerreiros venciam engando o inimigo, estando longe davam a ideia de estar perto e estando perto a ideia de estar longe.

Em situação competitiva, não ataque. Numa situação crítica consiga posições importantes. Numa situação envolvente bloquei os caminhos de acesso. Numa situação mortal diga ao exército que não pode sobreviver. A obrigação do líder (general) é reunir forças e coloca-las numa situação perigosa. Liderar pela ação e não por discursos. O objetivo é que os soldados (colaboradores) pensem e lutem como uma equipa.

Mantenha-se num lugar que lhe permita ter uma visão clara dos acontecimentos. Não ataque o inimigo a não ser que possa tirar proveito. Não empreenda uma guerra a não ser que esteja em perigo.

Enfim ficam mais umas ideias atribuídas a Sun Tzu.

 

 

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