CONFERÊNCIA “JOVENS EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL”, 29 MAIO por clara castilho

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Os lares e centros de acolhimento temporário são instituições que acolhem crianças e jovens negligenciados e/ou vítimas de maus tratos, cujas famílias não tiveram meios ou capacidade para os educarem, pelas mais diversas razões. De modo a capacitar estas instituições, tanto a nível de recursos técnicos como humanos, para que promovam uma maior autonomia dos jovens ao abrigo do sistema de promoção e protecção, a Fundação Gulbenkian está a apoiar quatro projectos-piloto de instituições de diversos pontos do país – Oficina de São José (Braga), Associação Via Nova (Vila Real), Casa do Canto (Ansião) e Lar de Nossa Senhora de Fátima (Reguengos de Monsaraz).

 encontro

Ao longo de três anos (2012/2014) estes projectos-piloto desenvolvem actividades junto de 105 jovens com o objectivo de os preparar para uma vida autónoma e assegurar a sua plena integração na sociedade e a sua própria sustentabilidade. Em paralelo, vai sendo feito um trabalho com as famílias para propiciar um retorno à mesma sempre que possível. Estes projectos têm a a coordenação científica de Daniel Sampaio, com o acompanhamento técnico assegurado  de Maria João Leote de Carvalho e Hugo Cruz.

Para transmitirem e debatem o que tem sido feito, realizou-se uma conferência na Fundação Gulbenkian, no dia 29, com o tema  “Casas de acolhimento, jovens e direitos – Construir diferente”.

De uma brochura distribuída retiro para informação:

“De acordo com dados oficiais do Instituo de Segurança Social (2013) encontravam-se no final do ano de 2012, 8.557 crianças e jovens no sistema de acolhimento. A esmagadora maioria (88,8%) estavam em acolhimento institucional em Centro de Acolhimento Temporário ou Lar de Infância e Juventude. Os restantes distribuíam-se por outro tipo de equipamentos ou recursos: famílias de acolhimento (4,8%), apartamentos de autonomização (0,4%), lares residenciais (0,9%), Centros de apoio à vida (1,3%) ou ainda unidades de acolhimento de emergência (0,8%) ou comunidades terapêuticas( 1,2%).

Desenvolveremos este assunto.

 

 

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