POESIA AO AMANHECER – 464 – por Manuel Simões carlosloures13 de Junho de 201413 de Junho de 2014Literatura Navegação de artigos PreviousNext ORIDES FONTELA ( 1940 – 1998 ) MEIO-DIA Ao meio-dia a vida é impossível. A luz destrói os segredos: a luz é crua contra os olhos ácida para o espírito. l A luz é demais para os homens. (Porém como o saberias quando vieste à luz de ti mesmo?) Meio-dia! Meio-dia! A vida é lúcida e impossível. (de “Transposição”) Poeta que atravessa a modernidade. Da sua obra poética: “Helianto” (1973), “Alba e Rosácea” (1986), “Trevo” (1988), “Teia” (1996). Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print Like this:Like Loading...
Bravíssimo Manuel Simões, é admirável como você divulga tantos e tão bons poetas de cá e de lá. Admirável o seu conhecimento, o seu domínio da matéria e a sua generosa cumplicidade com todos e com a Poesia. Obrigada! Loading... Responder
Bravíssimo Manuel Simões,
é admirável como você divulga tantos e tão bons poetas de cá e de lá.
Admirável o seu conhecimento, o seu domínio da matéria e a sua generosa cumplicidade com todos e com a Poesia.
Obrigada!