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O Presidente Obiang, chefe de Estado da Guiné Equatorial, estará a partir do próximo dia 23 de Julho em Díli, na cimeira de chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Nesta cimeira, que se realiza de dois em dois anos, deverá ser formalizada a adesão do país como membro de pleno direito depois de em Fevereiro passado, os ministros dos Negócios Estrangeiros dos oito países lusófonos terem aprovado a entrada por considerarem que a antiga colónia espanhola cumpriu o roteiro previsto para os direitos humanos. Aprovação agora posta em causa com a notícia de que um empresário italiano estará a ser submetido a tortura pela polícia daquele estado africano. Mas não é dessa notícia que nos vamos ocupar em primeiro. Vamos tentar compreender as razões que levam uma antiga colónia espanhola a aderir à CPLP.