A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Hoje não falaremos da Palestina de onde continuam a chegar notícias, palavras e imagens, que dilaceram a esperança que se possa ter na humanização da humanidade, no entendimento humano. As imagens de corpos despedaçados de crianças e as palavras dos assassinos que, com a força que a impunidade lhes dá e num registo de determinação e de heroicidade, afirmam que continuarão a assassinar – imagens e palavras que começam a banalizar o horror. A dentada de Luis Suárez em Chiellini faz esquecer o míssil israelita que mata uma dezena de pessoas. Mas hoje não queremos falar da Palestina. Hoje, vamos abordar um tema diferente – o da semiótica.