É um livro irreverente e encantador. De James Joyce (1882 – 1941) já tinha sido publicado, em 1965 o livro The Cat and The Devil, baseado numa carta que escrito a seu neto de cinco anos, em 1936.
O original foi ilustrado por Casey Sorrow.

Aconteceu que, em 1936, Joyce escreveu ao neto dizendo que não lhe podia enviar um gato de Copenhaga porque lá não existiam gatos. E foi assim que escreveu o conto.
Único neto, Stephen, ainda vivo e com 80 anos passados. Joyce detestava cães, mas adorava gatos. Os gatos eram uma paixão comum, com a sua necessidade de terem alguém por perto para os ajudar a atravessar a rua.
A obra de Do livro James Joyce caiu em domínio público em 2012.
Há uma tradução em língua portuguesa, do Brasil, de autoria de Dirce Waltrick do Amarante, numa edição da Iluminuras, não com as ilustrações originais, mas com as da italiana radicada no Brasil Michaella Pivetti.
Escreveu a tradutora “Joyce é considerado um autor hermético, de difícil acesso. Mas é interessante que ele escreve duas histórias para crianças, extremamente simples e acessíveis”. […] “A linguagem é bem direta, tem algumas inversões, mas não é elaborado. É uma carta para o neto, ele tentando se comunicar com uma criança”.

