A avaliação de um ser humano, em todas as vertentes da sua vida, a sua natureza, o seu humanismo, o seu comportamento, a sua ética de vida, a sua actividade profissional, a sua relação com os outros, as suas capacidades profissionais, literárias, artísticas etc. é uma avaliação profundamente subjectiva. Com efeito, cada um de nós é fruto de uma estruturação completamente diferente. Os caminhos da vida de cada um de nós foram e são diferentes. As emoções, os sentimentos e as vivências de cada um de nós nem sempre levam a que a nossa visão do mundo e das coisas seja idêntica à dos outros seres humanos. Há virtudes para uns que o não são para outros. Há verdades para uns que o não são para outros. E a vida é, ao fim e ao cabo, toda esta magnífica cultura da diferença.