NO DIA 26 de SETEMBRO, NO TEATRO NACIONAL DE SÃO JOÃO, ALBERTINE, O CONTINENTE CELESTE DE PROUST

 

É uma nova criação de Gonçalo Waddington, que o Teatro Nacional de São João coproduz e apresenta em estreia absoluta. Albertine, O Continente Celeste tem como ponto de partida a obra Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust, bem como os trabalhos de alguns dos mais destacados físicos teóricos e cosmólogos dos nossos dias, tais como Stephen Hawking, Lee Smolin, Sean Carroll, Carlo Rovelli e Pedro G. Ferreira. Estará em cena de 26 deste mês a 5 de Outubro.

Albertine-o-Continente-Celeste_créditos-Mário-Melo-Costa

 O intuito de Gonçalo Waddington, ao abordar estas obras fundamentais da arte e da ciência, é o de refletir sobre a memória e o tempo. A memória como ferramenta para compreender o passado, mas também a memória imaginada, propositadamente ou não, reconstrutora daquilo que julgamos ter sido e, consequentemente, re-inventora do nosso eu. O tempo, aqui, como origem da vida no universo. Ou melhor, como a origem do próprioUniverso. Uma busca interior versus uma busca exterior. Proust busca a essência.

O texto e a encenação são de Gonçalo Waddington, os figurinos de Carla Maciel, o espaço cénico e desenho de luz de Thomas Walgrave, vídeo de Mário Melo Costa, Gonçalo Waddington.

Interpretação de Carla Maciel e Tiago Rodrigues

Coprodução de GW, São Luiz Teatro Municipal, TNSJ

Apoio às residências artísticas de espaço alkantara, Espaço do Tempo

Espetáculo coproduzido no âmbito da rede 5 Sentidos.

Leave a Reply