CRÓNICAS DO QUOTIDIANO – JÁ NEM AS CRIANÇAS QUEREM NASCER NUM PAÍS ASSIM! – por Mário de Oliveira

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O poder político CDS-PSD que, criminosamente, se mantém à frente do país, está a transformá-lo num deserto. Nascer em Portugal é hoje proibitivo. Já nem as crianças querem nascer, nem as mulheres, os homens em idade fértil estão dispostos a chamar filhas, filhos. O país é cada vez mais um deserto de crianças, jovens, adultos na força da vida, criatividade, comensalidade, arte, cultura, saúde, vida de qualidade. Já nem os imigrantes, oriundos de países empobrecidos, com destaque para os da comunidade de língua portuguesa, aguentam viver e trabalhar neste país. Com o poder político CDS-PSD, obscenamente, de cócoras perante o poder financeiro local e global, até eles se vão embora. Pensam e bem, Mal por mal, antes no meu país natal, junto dos meus. É em momentos de treva política como os que vivemos actualmente no país, que a fecundidade dos afectos fala mais alto do que o Dinheiro, e os imigrantes, tratados como cidadãos de segunda e de terceira, levantam ferro e regressam ao chão que haviam deixado. O poder político CDS-PSD está a desgraçar-nos como país. E não há Ministério Público-PJ-super juiz que o incrimine e aos seus agentes de turno, nomeadamente, os de proa. São meros paus mandados do poder financeiro local e global. Odeiam as filhas, os fihos de Portugal e expulsam-nos, para instalarem, em seu lugar, através dos vistos dourados, imigrantes portadores de muitos milhões, por isso, corruptos. Uma ignomínia. As manifs e os protestos de rua, acirrados por partidos da oposição a estes agentes do poder político, não passam de estéreis encenações que só ajudam a fortalecer ainda mais o poder financeiro, o corruptor n.º 1 de todos os agentes do poder. Pretendem apenas substituí-los por outros, de outras cores partidárias. Ora, o que hoje mais se impõe é amarrar/controlar o poder financeiro, a causa da toda a actual desgraça nacional e mundial. Não basta mudar as moscas. Urge mudar o ser-viver das pessoas, dos povos. Para que os afectos, vividos em relação política maiêutica, obriguem o poder financeiro a servir a vida. Só assim voltam a nascer crianças e há vida de qualidade!

3 Dezº 2014

 

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