CARTA DE ÉVORA – Finalmente – por Joaquim Palminha Silva carlosloures13 de Dezembro de 201413 de Dezembro de 2014Literatura Navegação de artigos PreviousNext Finalmente… Onde eu for é manhã cinzenta, manhã triste e circular… Manhã parda que se apoquenta na saudade do teu olhar. Manhã pasmada. Só. Mais nada. Manhã cinzenta a sofrer na ausência já cansada desta paisagem a doer. E caem-me dentro dos olhos sob contornos esquecidos lágrimas que os sobrolhos escondem dos seus gritos. Cavo nesta manhã a vala da solidão que enrolo… Só o tempo me embala com o berço da Morte ao colo. Enlaça terra querida minh’alma fria e cansada… Ao tempo que Évora me anda pedindo saudades da vida! Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print Like this:Like Loading...