Assinalam-se hoje, dia 27 de Janeiro, setenta anos sobre a libertação do campo de extermínio nazi alemão de Auschwitz. 
Quando, nesse dia, há setenta anos, as tropas aliadas contra a Alemanha nazista chegaram, ao maior de todos os campos de concentração e de extermínio, já haviam sido retirada a maioria dos prisioneiros, obrigando-os a marchar rumo ao oeste da Alemanha, nas conhecidas “marchas da morte”. Foram os soldados do 60º corpo do Exército Vermelho que entravam no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, no sul da Polónia. Aí encontraram sete mil deportados num estado de agonia indescritível, moribundos sem água nem mantimentos.
Sabemos hoje, apesar de ainda haver quem o queira negar, as condições inimagináveis impostas pelos nazis. Sabemos hoje que havia uma baixíssima percentagem de sobreviventes. Estes mais pareciam esqueletos devido ao trabalho escravo e à falta de alimentos e aos de maus tratos.
Logo após a libertação crianças sobreviventes do campo de Auschwitz saem das barracas.


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