A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.

Paul Goodman é um autor anarquista americano que eu dificilmente consigo dissociar do individualismo libertário inglês de meados do século passado. E aqui são, para mim, referentes fortes as deliberações do congresso anarquista internacional que teve lugar em Londres em 1958, a obra literária e criativa deixada por Herbert Read, o caminho trilhado pela revista Anarchy ao longo da década de 60 e um dos militantes que aí se evidenciou (e dela se projectou como ensaísta), Colin Ward, o qual tive ainda a oportunidade e o gosto de conhecer pessoalmente.