Posts Tagged: a ideia

A PROPÓSITO DO LANÇAMENTO DE «A IDEIA», NO PRÓXIMO DIA 28 DE JANEIRO – por Carlos Loures

Canto da cela 10 Em Janeiro de 1965, envolvido na grande vaga de prisões que afectou estudantes e intelectuais das duas organizações clandestinas existentes – o Partido Comunista e a Frente de Acção Popular – fui preso e, antes de

A PROPÓSITO DO LANÇAMENTO DE «A IDEIA», NO PRÓXIMO DIA 28 DE JANEIRO – por Carlos Loures

Canto da cela 10 Em Janeiro de 1965, envolvido na grande vaga de prisões que afectou estudantes e intelectuais das duas organizações clandestinas existentes – o Partido Comunista e a Frente de Acção Popular – fui preso e, antes de

A IDEIA – Número quádruplo lançado em 28 de Janeiro, às 15 horas, no Museu do Aljube

A revista A Ideia, dirigida pelo argonauta António Cândido Franco, apresenta o seu número quádruplo de 2016 na tarde do próximo dia 28 de Janeiro no Museu do Aljube, em Lisboa (ao pé da Sé). Muitos outros argonautas, figuram na extensa lista de colaboradores.                                                                      

A IDEIA – Número quádruplo lançado em 28 de Janeiro, às 15 horas, no Museu do Aljube

A revista A Ideia, dirigida pelo argonauta António Cândido Franco, apresenta o seu número quádruplo de 2016 na tarde do próximo dia 28 de Janeiro no Museu do Aljube, em Lisboa (ao pé da Sé). Muitos outros argonautas, figuram na extensa lista de colaboradores.                                                                      

A IDEIA -textos e escolhas de António Cândido Franco -NA SENDA DE RAUL LEAL, PROFETA DO INFINITO-1-por Manuela Parreira da Silva

  O incompreendido, o rebelde, o ultrafuturista: qualquer destes termos ou cognomes assentaria bem à personalidade estranha e heterodoxa de Raul Leal (1886-1964). É a incompreensão que está, porventura, na base da pouca atenção que tem sido dada à sua

A IDEIA -textos e escolhas de António Cândido Franco -NA SENDA DE RAUL LEAL, PROFETA DO INFINITO-1-por Manuela Parreira da Silva

  O incompreendido, o rebelde, o ultrafuturista: qualquer destes termos ou cognomes assentaria bem à personalidade estranha e heterodoxa de Raul Leal (1886-1964). É a incompreensão que está, porventura, na base da pouca atenção que tem sido dada à sua

A IDEIA – textos e escolhas de António Cândido Franco – MANUEL DE CASTRO – A ESPINHA ÚNICA, META FÍSICA, INSULTANTE DA POESIA – 4 – por FERNANDO J. B. MARTINHO

Em termos de tradição próxima, penso que a poesia de Manuel de Castro, nas suas linhas essenciais, se situa na continuidade do surrealismo, no entendimento que era, por exemplo, o de um António Maria Lisboa, para o qual a obra

A IDEIA – textos e escolhas de António Cândido Franco – MANUEL DE CASTRO – A ESPINHA ÚNICA, META FÍSICA, INSULTANTE DA POESIA – 4 – por FERNANDO J. B. MARTINHO

Em termos de tradição próxima, penso que a poesia de Manuel de Castro, nas suas linhas essenciais, se situa na continuidade do surrealismo, no entendimento que era, por exemplo, o de um António Maria Lisboa, para o qual a obra

A IDEIA – textos e escolhas de António Cândido Franco – MANUEL DE CASTRO – A ESPINHA ÚNICA, META FÍSICA, INSULTANTE DA POESIA – 2 – por FERNANDO J. B. MARTINHO

Nas duas últimas secções do seu segundo livro, A Estrela Rutilante, vamos encontrar o poeta procurando renascer naquele Oriente ao oriente do Oriente de que fala um dos exemplos maiores do nosso orientalismo poético, o Opiário de Álvaro de Campos.

A IDEIA – textos e escolhas de António Cândido Franco – MANUEL DE CASTRO – A ESPINHA ÚNICA, META FÍSICA, INSULTANTE DA POESIA – 2 – por FERNANDO J. B. MARTINHO

Nas duas últimas secções do seu segundo livro, A Estrela Rutilante, vamos encontrar o poeta procurando renascer naquele Oriente ao oriente do Oriente de que fala um dos exemplos maiores do nosso orientalismo poético, o Opiário de Álvaro de Campos.

A IDEIA – Textos e escolhas de António Cândido Franco – MANUEL DE CASTRO – A ESPINHA ÚNICA, META FÍSICA, INSULTANTE DA POESIA – 1 – por FERNANDO J. B. MARTINHO

Passei pelo Café Gelo duas ou três vezes. Para me encontrar com o Manuel d’Assumpção, que, em Portalegre, antes de partir para Lisboa, me disse que à noite frequentava habitualmente aquele café. Isto terá sido por volta de 1957, porque

A IDEIA – Textos e escolhas de António Cândido Franco – MANUEL DE CASTRO – A ESPINHA ÚNICA, META FÍSICA, INSULTANTE DA POESIA – 1 – por FERNANDO J. B. MARTINHO

Passei pelo Café Gelo duas ou três vezes. Para me encontrar com o Manuel d’Assumpção, que, em Portalegre, antes de partir para Lisboa, me disse que à noite frequentava habitualmente aquele café. Isto terá sido por volta de 1957, porque

A IDEIA -Textos e escolhas de António Cândido Franco – CARTA (INÉDITA) DE LUIZA NETO JORGE A MANUEL DE CASTRO ANOTADA POR FERNANDO CABRAL MARTINS

[com envelope de Ŗpar avion/ via air mailŗ; frente: Ex.mo Sr./ Manuel de Castro/ R. Ramalho Ortigão/ 43 Ŕ 4º Frente/ Lisboa 1/ Portugal; verso:De: Luiza Neto Jorge/ 12 rue J. M. Hérédia/ Paris VII; folha de carta não datada;

A IDEIA -Textos e escolhas de António Cândido Franco – CARTA (INÉDITA) DE LUIZA NETO JORGE A MANUEL DE CASTRO ANOTADA POR FERNANDO CABRAL MARTINS

[com envelope de Ŗpar avion/ via air mailŗ; frente: Ex.mo Sr./ Manuel de Castro/ R. Ramalho Ortigão/ 43 Ŕ 4º Frente/ Lisboa 1/ Portugal; verso:De: Luiza Neto Jorge/ 12 rue J. M. Hérédia/ Paris VII; folha de carta não datada;

A IDEIA-Textos e escolhas de António Cândido Franco – MANUEL GRANGEIO CRESPO ou UM RUÍDO QUOTIDIANO – por Manuel Bolinhas

(memória devolvida à juventude) Ŕ Tu não estás à vontade… Ŕ … Ŕ Não estás, não… Ŕ … estou… estou… eu… Ŕ Homem, fica à vontade…! Dá um peido…! Faltavam alguns dias para o 25 de Abril. Algo emanava daquele

A IDEIA-Textos e escolhas de António Cândido Franco – MANUEL GRANGEIO CRESPO ou UM RUÍDO QUOTIDIANO – por Manuel Bolinhas

(memória devolvida à juventude) Ŕ Tu não estás à vontade… Ŕ … Ŕ Não estás, não… Ŕ … estou… estou… eu… Ŕ Homem, fica à vontade…! Dá um peido…! Faltavam alguns dias para o 25 de Abril. Algo emanava daquele

A IDEIA – Textos e escolhas de António Cândido Franco: ENTREVISTA A HELDER MACEDO:A REVISTA FOLHAS POESIA E O CAFÉ GELO

Em 1951, aos 16 anos, Helder Macedo frequentava em Lisboa o liceu Pedro Nunes, onde era colega de Gonçalo Duarte e de Fernando Gil. No mesmo ano, nas imediações dessa escola, conheceu Manuel de Castro. Por volta de 1953/54, Gonçalo

A IDEIA – Textos e escolhas de António Cândido Franco: ENTREVISTA A HELDER MACEDO:A REVISTA FOLHAS POESIA E O CAFÉ GELO

Em 1951, aos 16 anos, Helder Macedo frequentava em Lisboa o liceu Pedro Nunes, onde era colega de Gonçalo Duarte e de Fernando Gil. No mesmo ano, nas imediações dessa escola, conheceu Manuel de Castro. Por volta de 1953/54, Gonçalo

A IDEIA – Textos e escolhas de António Cândido Franco- «O Café Gelo» – por Liberto Cruz

A minha chegada ao Café Gelo deu-se num dia de Outono de 1954, levado pela mão da chuva. Andava no 1.º ano de Filologia Românica da Faculdade de Letras de Lisboa e, como vivia em Sintra, apanhava o comboio na

A IDEIA – Textos e escolhas de António Cândido Franco- «O Café Gelo» – por Liberto Cruz

A minha chegada ao Café Gelo deu-se num dia de Outono de 1954, levado pela mão da chuva. Andava no 1.º ano de Filologia Românica da Faculdade de Letras de Lisboa e, como vivia em Sintra, apanhava o comboio na

A IDEIA – CARTA INÉDITA DE HERBERTO HÉLDER A CARLOS LOURES -textos e escolhas de António Cândido Franco

Nota prévia de Carlos Loures Falar sobre Herberto Hélder agora que, usando chavões em voga, ele se transformou, mais ainda do que foi em vida, num ícone da poesia portuguesa, numa figura incontornável da nossa Literatura, torna-se complicado para quem

A IDEIA – CARTA INÉDITA DE HERBERTO HÉLDER A CARLOS LOURES -textos e escolhas de António Cândido Franco

Nota prévia de Carlos Loures Falar sobre Herberto Hélder agora que, usando chavões em voga, ele se transformou, mais ainda do que foi em vida, num ícone da poesia portuguesa, numa figura incontornável da nossa Literatura, torna-se complicado para quem

O GRITO DO COIOTE/6

  VISITA A LUIZ PACHECO E OUTRAS COISAS MAIS por Manuel Silva Ramos   Foi nos primeiros anos do novo século que fui ver e entrevistar o Luiz Pacheco: rumei para o lar do Príncipe Real mais o meu amigo Hélder

O GRITO DO COIOTE/6

  VISITA A LUIZ PACHECO E OUTRAS COISAS MAIS por Manuel Silva Ramos   Foi nos primeiros anos do novo século que fui ver e entrevistar o Luiz Pacheco: rumei para o lar do Príncipe Real mais o meu amigo Hélder

LANÇAMENTO DA REVISTA “A IDEIA” n.º 75/76, DIA 19 DE DEZEMBRO, ÀS 15 HORAS, NO MUSEU DO ALJUBE

A apresentação pública da mais recente edição da “revista de cultura libertária” – “A IDEIA” (número duplo 75/76), relativa ao ano de 2015, vai ter lugar no Museu do Aljube (antiga cadeia do Aljube) em Lisboa, no próximo sábado, dia 19 de

LANÇAMENTO DA REVISTA “A IDEIA” n.º 75/76, DIA 19 DE DEZEMBRO, ÀS 15 HORAS, NO MUSEU DO ALJUBE

A apresentação pública da mais recente edição da “revista de cultura libertária” – “A IDEIA” (número duplo 75/76), relativa ao ano de 2015, vai ter lugar no Museu do Aljube (antiga cadeia do Aljube) em Lisboa, no próximo sábado, dia 19 de

A IDEIA – André Breton, Libertário e Automatista – 4 -por António Cândido Franco

Depois da tranformação de Le Libertaire em Le Monde Libertaire, a colaboração de Breton com a imprensa libertária diminui, se bem que ainda na década de 50 alguns outros momentos – a invasão soviética da Hungria, a guerra da Indochina,

A IDEIA – André Breton, Libertário e Automatista – 4 -por António Cândido Franco

Depois da tranformação de Le Libertaire em Le Monde Libertaire, a colaboração de Breton com a imprensa libertária diminui, se bem que ainda na década de 50 alguns outros momentos – a invasão soviética da Hungria, a guerra da Indochina,

A IDEIA – ANDRÉ BRETON LIBERTÁRIO E AUTOMATISTA* – (1) por António Cândido Franco

No Verão de 1944, já depois da ruptura com Jacqueline Lam, na companhia de Elisa Claro, com quem casará no ano seguinte, em Reno, André Breton, exilado na América desde 1941, por via de Vichy, abandona Nova Iorque e parte

A IDEIA – ANDRÉ BRETON LIBERTÁRIO E AUTOMATISTA* – (1) por António Cândido Franco

No Verão de 1944, já depois da ruptura com Jacqueline Lam, na companhia de Elisa Claro, com quem casará no ano seguinte, em Reno, André Breton, exilado na América desde 1941, por via de Vichy, abandona Nova Iorque e parte