PONHA-SE LÁ FORA, ANTES QUE EU LHE DÊ DUAS BOFETADAS NA CARA! – por Mário de Oliveira

Imagem1Aconteceu ontem, 1 de Julho, ao final da manhã, em Freamunde, onde andei, mochila às costas, pelas ruas, cafés e casas comerciais, a mostrar o meu novo Livro FÁTIMA S.A. Seda Publicações. Numa destas casas comerciais, deparei com uma senhora ao balcão que ficou visivelmente perturbada com a minha cordial saudação, ao mesmo tempo que exibia dois exemplaress. do Livro, um em cada mão. O vermelho da capa, o respectivo título, o nome do Autor, para cúmulo, ali, em carne e osso diante dela, como um menino adulto, deixaram-na à beira de um ataque de nervos. Ao meu afecto, respondeu com agressividade que, depressa, se transformou em ódio, à medida que eu lhe falava com redobrado carinho. Até que, completamente possessa, ordena-me, dedo em riste a apontar a porta de saída, “Ponha-se lá fora, antes que eu lhe dê duas bofetadas na cara!” Abri os braços em sinal de abraço que desejava dar-lhe em resposta às suas ameaças e que ela, na sua fúria religiosa, terá tomado como uma provocação mais, e gritou ainda com mais força a ordem e a ameaça. Nesse momento, tirei, calmamente, os óculos da cara e disse, “Minha senhora, se quer dar-me duas bofetadas, pode dar, que já tirei os óculos para se não partirem”. Foi então que ela saiu do balcão e veio em direcção a mim, não para me dar as bofetadas, mas para me expulsar da casa comercial e fechar-me a porta na cara. Saí como um menino. E fiquei uns momentos no exterior, a observar o edifício por fora. Ainda pude ver que a porta voltou a abrir-se. Tenho a certeza de que esta senhora estará, no próximo domingo, a comungar na missa paroquial, porque para ela, segundo deduzo de todas as palavras que me dirigiu, antes de me expulsar, vale mais aquela hóstia-corpo-de-cristo, do que as pessoas de carne e osso e do que as comidas compartilhadas, precisamente, o tipo de comidas que Jesus, o filho de Maria, que nunca presidiu num altar e nunca foi à missa ao domingo, tanto valoriza, como sinal-sacramento da Sociedade humana alternativa à deste tipo de mundo do Mercado financeiro global. Por coincidência, este episódio contrasta com um outro que me havia acontecido imedaitamente antes, na esplanada de um café, quando um homem novo, a caminho dos 30 anos, salta de alegria e abraça-me, mal viu o Livro nas minhas mãos e que, segundo testemunhou aos espantados colegas seus presentes, tinha visto, no programa RTP, “5 para a meia-noite”. Logo ali fez questão de o adquirir, na hora, todo ele a rebentar de genuína alegria que lhe vinha de dentro para fora. Eis o que este meu novo Livro FÁTIMA S.A. Seda Publicações, desencadeia nas pessoas. Ninguém consegue ficar neutro. Ou se acolhe-lê-estuda-debate, ou se rejeita-odeia.

 

1 Comment

  1. Pobre mulher, prisioneira da mentira e do medo, que muito ainda tem que caminhar na senda do conhecimento da Verdade. Que se junte à dona Maia. Como o próprio Jesus disse “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo. 8:32). Nada nos torna absolutamente livres a não ser o conhecimento da Verdade.

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