A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Todos e qualquer um dos envolvidos na chamada “maratona negocial” de Bruxelas – se é que aquilo teve alguma coisa de negocial – podem reclamar o seu pedacinho de “acordo”, até a paternidade do êxito, como faz o primeiro ministro de Portugal em exercício, mas o mais fácil de tudo é identificar as vítimas: os gregos e, com eles, todos os povos da Europa.
Não vão parar por aqui,nesta voragem iremos de certeza ser arrastados,e o passos coelho resolveu tudo,ainda bem.