RITMOS DA DIÁSPORA: O VIOLINO COMO TRADIÇÃO EM CABO VERDE por Clara Castilho

caboverde21Está disponível on-line um interessante estudo com o título “Ritmos da Diáspora: o Violino como Tradição em Cabo Verde”, de autoria do música Luiz Moretto, Bacharel em Música e Doutorando no Departamento de Estudos Brasileiros e Portugueses do King´s College London, sob orientação de David Treece e co-orientação de Frederick Moehn. Em Portugal Luiz Moretto, violinista brasileiro, trabalhou com as comunidades africanas de Lisboa, interessado em estudar os fundamentos no continente-mãe da música popular do seu país .

luis moretto

Deixemos um cheirinho, porque os interessados podem lê-lo na íntegra (http://www.snh2013.anpuh.org/resources/anais/27/1371349272_ARQUIVO_RitmosdaDiasporaluizrev1.pdf)

“O estudo tem o objetivo de repensar os acontecimentos artísticos, sociais e políticos no arquipélago de Cabo Verde através da análise do que se poderia denominar de tradição de resistência dos modos de tocar instrumentos de corda (cimboa e violino) nas ilhas.

A tradição de se tocar violino em Cabo Verde leva a reflexão que esta musica foi criada como resistência e ao mesmo tempo interação do musico africano com o europeu. O instrumento de lutheria europeia é tocado pelo cabo-verdiano, com seus ritmos próprios e sonoridade singular; um sincretismo cultural de sobrevivência e abandono das práticas colonialistas.”

 

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