A data foi instituída a 31 de Julho de 1962, em Dar-Es-Salaam, Tanzânia, por 14 países e oito movimentos de libertação nacional, na Conferência das Mulheres Africanas. Continua a lembrar-se o dia, devido às condições de vida das mulheres na maioria, senão em todos os países, do continente africano. Temos, de facto, que reconhecer que houve mudanças e que elas se devem à luta que as próprias mulheres não deixaram de fazer todos os dias.
Podemos lembrar:
– Ellen Johnson, presidente da Libéria e Joyce Banda presidente do Malawi.
– Leymah Gbowee, liberiana, Tawakkol Karma do Yemén que receberam o prémio Nobel da paz em companhia de Ellen Johnson.
– a ambientalista queniana Wangari Maathai , que foi a primeira mulher africana a receber o Nobel da paz e Nadine Gordimer, escritora sul-africana, Nobel da literatura em 1991.
– todas as anónimas que lutam contra o casamento imposto às meninas, contra as violações massivas em tempos de guerra.
É com este assunto que quero lembrar a mulher africana. Diz a jovem:
I’ll marry when I want.
My mother can’t force me to marry.
My father cannot force me to marry. …
My uncle, my aunt, my brother or sister, cannot force me to marry.
No one in the world can force me to marry.
I’ll marry when I want.

