A grande questão que os media não abordam é: como é que migrantes com origem em países que ganham menos de 2 euros por dia, podem pagar cerca de 10 000 euros para chegar à Europa?
Não vimos neste fluxo de “migrantes” pessoas particularmente magras, que passam fome, o que vemos são pessoas na sua grande maioria bem nutridas, vestidas muitas vezes com roupas de marca e algumas até com telemóvel.
Estranho, quando nos lembramos de pessoas que passava por dificuldades inacreditáveis de fome, como no Biafra.
Este novo tipo de imigrantes vêm com toda a família. Contrariamente aos imigrantes habituais que vinha o homem sozinho e depois tentava que a sua mulher e filhos viessem ter com ele, estes novos de imigrantes vêm com mulher e filhos.
Uma grande maioria de “migrantes” são jovens de 20 ou 30 anos de boné virado para a frente ou para trás, com mochilas Addidas, que mais parece um grupo de jovens a fazer uma qualquer viagem de Interrail.
Este novo tipo de imigrantes, pelos vistos não só procuram uma vida melhor (o que é legítimo), como reivindicam o direito de se instalar em determinados países, como a Alemanha, não querem qualquer outro país apesar das condições serem obviamente melhores do que a dos países de origem onde passavam fome.
Uma questão pertinente é: porque é que estes refugiados não procuram “países irmãos”, mais próximos e mais ricos como a Arábia Saudita, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos?
Mas a questão fundamental é como é que todos estes “migrantes” conseguem pagar 10 000 euros para estas viagens?