Não gostamos de falar daquilo que não sabemos. Somos da opinião de que a existência desse estado artificial. imperialista, de uma soberba ridícula, o chamado Reyno de España é um factor negativo, um vizinho que espreita as nossas fragilidades e que nos vê como uma extensão do seu mercado, uns «espanhóis» mais estúpidos e que se negam a aceitar uma integração que será inevitável. Sondagens duvidosas dizem haver 25% de portugueses que aceitariam integrar-se nesse reino de pacotilha, havendo entre eles meninas leitoras da Hola, que acham bonito ter um rei, príncipes e toda esse cortejo de tontices que as monarquias implicam, mesmo que o rei tenha sido o mordomo de um ditador asqueroso. Há monárquicos que preferem um rei estrangeiro a um regime que odeiam. De todo este caldo de estúpidos e de traidores, surgiu surpreendentemente um Saramago, inteligente e genial, a defender a integração. E a Galiza, senhores?
Faz hoje anos que se constituiu a União do Povo Galego (UPG) partido que se classifica como “comunista patriótico, porque assume a luta de libertação nacional”.[1] É o partido fundador do Bloco Nacionalista Galego, editoor do jornal Terra e Tempo desde 1965.
Se a UPG luta pela independência da Galiza, saudamo-la. Não apoiamos só os galegos lusistas, Uma Galiza livre e independente, republicana e denocrática, esolherá o idioma que quer adoptar ou aceitará que os galegos falem português, castrapo ou castelhano. .

O nível da prosa vai “subindo”…………..é pena.
Muito bem dito. Cumpre a qualquer português tudo fazer e apoiar para que o império castelhano despareça duma vez por todas. .Se, o império português estava a mais – e estava – que dizer deste castelhano que, desde sempre, oprimiu Nacionalidades históricas. A Catalunha está pronta para ver hastear a sua Bandeira na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas. Esperemos que a Escócia seja a Nacionalidade seguinte a afirmar a sua Independência. Portugal, que na Europa será o único estado em que não há minorias nacionais oprimidas deve nortear toda a sua política externa pela força do seu exemplo e tornar-se o porto de abrigo – melhor dito, o farol – para todos os Independentismos que por esta Europa fora querem afirmar-se. Como poder falar-se de Democracia e Oprimir-se uma qualquer Nacionalidade?Viva a Europa das Cem Bandeiras. CLV
E a Andaluzia? E Valência? E Navarra? E o País de Gales? E a Valónia? E a Flandres? E a Baviera? E a Alta Saxónia? E Brandenburgo? E a Sardenha? E? E? E? E porque não o meu bairro que é diferente do teu?
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Francisco Tavares, o seu bairro não é para aqui chamado. A Catalunha tem uma história, uma língua, uma literatura, aõ rsepeitáveis como as nossas ou as de Castela; a Baviera tem uma consistência cultural e histórica que a a Alemanha nunca terá. A curta história da Alemanha é mais pobre do ue a do meu bairro e, sobretudo, muito mais criminosa. Teria sido legítimo por parte dos aliados dissolver um estado responsável por milhões de mortos e que na sua curta história provocou três guerras globais e agora aparece a cobrar dívidas como o homem do fraque. A grande literatura escrita em alemão existiu
sem a necessidade de unificar os estados germânicos- A sua ironia é, a meu ver, descabida e benévola para criminosos que escaparam a Nuremberga,