O elefante, esse ser cujo significado (in Dicionário dos símbolos (Chevalier,J. Gheerbrant,A., 1982, Editins Robert Laffont) que no ocidente é a imagem viva da falta de geito e peso, mas que na Ásia era visto de outra forma;
O elefante que serviu para ser montado pelos reis,entre eles Indra, o rei celeste, simbolizado, assim, o poder real;
O elefante, esse ser que também é visto como símbolo de estabilidade e imutabilidade;
O elefante que foi usado como método de execução;
O elefante ser super inteligentes – tão próximo do humano quanto os macacos.
O elefante que tem a capacidade de perceber a aproximação da própria morte, chegando até a identificar ossos de outros elefantes e passar horas chorando sobre eles.
O elefante, nos circos, em trabalhos agrícolas, mortos barbaramente para lhes arrancarem os dentes;
O elefante, cuja caça ilegal leva o estado moçambicano a gastar anualmente, só na Reserva Nacional de Niassa, cerca de 24 milhões de dólares.
O elefante, morto em África no número de 60.000, número que «ultrapassa em grande parte o número de elefantes que nasceram» ( John Scanlon, o chefe da CITES -Convenção do Comércio Internacional de Espécies em Perigo de Fauna e Flora Selvagem).
O elefante é agora um animal a necessitar de protecção. Recentemente, nada mais nada menos do que 62 elefantes foram mortos por decapitação ou envenenamento com cianeto no Hwange National Park, no Zimbabwe, o mesmo onde foi morto o leão Cecil.
Longe vai o tempo em que um deles foi a enterrar acompanhado por um papa…