O cavalo de D. José? As arcadas da praça de S. Marcos? A igreja de S. Estevão?
Quais os barcos que estão perto? Os cacilheiros? As gôndolas?
As pombas, sempre. Que provocam em nós a vontade de as mantermos por perto, de ficarmos a olhar os seus movimentos, de ouvirmos o seu arrulhar. Em Lisboa, em Veneza, em todo o lado.