
A Segunda Guerra Mundial acabou há mais de setenta anos, e entretanto não ter voltou a ocorrer um conflito de proporções semelhantes. As teorias a este respeito abundam: receio dos efeitos destruidores de uma guerra nuclear, proliferação de conflitos regionais e locais, de efeitos também muito destruidores, grandes esforços diplomáticos, aparição de novos pólos de crescimento político e económico, o que terá gerado um maior equilíbrio entre as nações, etc. Estas teorias são de diversas natureza e origem e por vezes contradizem-se, o que é consequência clara da diversidade das fontes de onde emanam.
Desde a Segunda Guerra Mundial decorreram conflitos de gravidade inegável como a guerra da Coreia, as guerras do Vietname, a cisão da Jugoslávia, as guerra em Angola, e outros. Hoje em dia estamos a assistir à destruição de uma parte de mundo, que inclui o Médio e o Próximo Oriente e partes da Ásia e da África, causando gravíssimos sofrimentos às populações, e os principais intervenientes, a começar pela superpotência, pouco fazem para ao limitar esses sofrimentos, e ainda menos para acabar com eles. As considerações geoestratégicas imperam na política, nomeadamente na política da superpotência e das outras potências de maior peso (veja-se o caso da China), o que em linguagem mais comum quer dizer que procuram expandir-se, independentemente de isso ir acirrar os conflitos entre elas.
Um aspecto especial é o que diz á situação dos bancos e das grandes empresas financeiras e outras. Sempre houve grandes problemas com estas, com o peso que têm nos acordos internacionais (veja-se o caso do TTIP/CETA), na importância dos acordos e cisões que efectuam para a vida das nações, etc. Ultimamente têm vindo à superfície as multas, devoluções e reparações de grande montante que algumas têm tido de pagar devido a actuações incorrectas. Tudo indica que, dentro do sistema vigente, a maior parte dessas penalizações sejam correctas. Existe sempre o problema que os montantes a pagar sejam uma compensação insuficiente dos lucros indevidos recebidos, o que só corrigiria com a alteração global do sistema. E nalguns casos, será de considerar a possibilidade de haver subjacente um conflito internacional, mesmo tendo como certo que a penalização foi bem aplicada.
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Talvez seja desta que a Comissária Europeia Margrethe Vestager seja finalmente afastada
