Posts Tagged: política internacional

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Introdução.

(Júlio Marques Mota, 18 de Fevereiro de 2019)

Com esta serie de textos sobre a trajetória do euro nestes seus vinte anos de vida difícil ,  tomamos como eixo central da série, por um lado,  o que os neoliberais e defensores do euro consideravam que seriam os resultados económicos obtidos com a criação da moeda única, e por outro lado,  os resultados económicos a que se chega nestes 20 anos de moeda única.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Introdução.

(Júlio Marques Mota, 18 de Fevereiro de 2019)

Com esta serie de textos sobre a trajetória do euro nestes seus vinte anos de vida difícil ,  tomamos como eixo central da série, por um lado,  o que os neoliberais e defensores do euro consideravam que seriam os resultados económicos obtidos com a criação da moeda única, e por outro lado,  os resultados económicos a que se chega nestes 20 anos de moeda única.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 16. O Inverno do descontentamento europeu

(Arthur Goldhammer, 09 de Janeiro de 2019)

Tem sido frequentemente observado que a UE evolui de forma impulsiva. O impulso da geração do pós-guerra, da geração de Maastricht, da geração que trouxe o Mercado Único e a livre circulação de capitais, bens e pessoas, está agora esgotada. A geração mais jovem que a irá substituir ainda não descobriu para onde quer ir. Enquanto assim for, a Europa permanecerá num impasse, numa situação de desconforto entre as celebrações da paz que a União Europeia se considera ter alcançado e os conflitos que as suas contradições internas estão hoje a incitar.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 16. O Inverno do descontentamento europeu

(Arthur Goldhammer, 09 de Janeiro de 2019)

Tem sido frequentemente observado que a UE evolui de forma impulsiva. O impulso da geração do pós-guerra, da geração de Maastricht, da geração que trouxe o Mercado Único e a livre circulação de capitais, bens e pessoas, está agora esgotada. A geração mais jovem que a irá substituir ainda não descobriu para onde quer ir. Enquanto assim for, a Europa permanecerá num impasse, numa situação de desconforto entre as celebrações da paz que a União Europeia se considera ter alcançado e os conflitos que as suas contradições internas estão hoje a incitar.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 15. Um touro dentro de um bazar chinês – PARTE II

(John Mauldin, 27 de Janeiro de 2019)

A alavancagem é uma coisa curiosa.  Ela permite que se façam  coisas que de outra forma não se  conseguiria fazer. A desalavancagem é o oposto de diversão porque neste  caso deve-se  fazer coisas que se  prefere evitar.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 15. Um touro dentro de um bazar chinês – PARTE II

(John Mauldin, 27 de Janeiro de 2019)

A alavancagem é uma coisa curiosa.  Ela permite que se façam  coisas que de outra forma não se  conseguiria fazer. A desalavancagem é o oposto de diversão porque neste  caso deve-se  fazer coisas que se  prefere evitar.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 15. Um touro dentro de um bazar chinês – PARTE I

(John Mauldin, 27 de Janeiro de 2019)

A produção de almas é mais importante do que a produção de tanques…. E, por isso,  ergo-vos o meu copo, escritores,  engenheiros da alma humana.

(Estaline, 1932)

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 15. Um touro dentro de um bazar chinês – PARTE I

(John Mauldin, 27 de Janeiro de 2019)

A produção de almas é mais importante do que a produção de tanques…. E, por isso,  ergo-vos o meu copo, escritores,  engenheiros da alma humana.

(Estaline, 1932)

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos.14. Para aqui está a chegar algo de muito mau – PARTE II

(John Mauldin, 15 de Janeiro de 2019)

Durante anos, sempre que falámos sobre a economia europeia, um país esteve sempre no centro da discussão: a Alemanha. Sim, o Reino Unido e a França são grandes, mas a Alemanha é gigante. Se a Alemanha espirra, o resto do continente apanha frio. E a Alemanha  está a espirrar muito neste momento.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos.14. Para aqui está a chegar algo de muito mau – PARTE II

(John Mauldin, 15 de Janeiro de 2019)

Durante anos, sempre que falámos sobre a economia europeia, um país esteve sempre no centro da discussão: a Alemanha. Sim, o Reino Unido e a França são grandes, mas a Alemanha é gigante. Se a Alemanha espirra, o resto do continente apanha frio. E a Alemanha  está a espirrar muito neste momento.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos.14. Para aqui está a chegar algo de muito mau – PARTE I

(John Mauldin, 15 de Janeiro de 2019)

Os americanos gostam de pensar que estamos isolados do mundo. Temos grandes oceanos de ambos os lados. Geopoliticamente, eles servem como amortecedores. Mas, economicamente, eles ligam-nos a outros mercados importantes que são fundamentais para muitas empresas americanas. Os problemas nesses mercados são também, em última análise, problemas para os EUA.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos.14. Para aqui está a chegar algo de muito mau – PARTE I

(John Mauldin, 15 de Janeiro de 2019)

Os americanos gostam de pensar que estamos isolados do mundo. Temos grandes oceanos de ambos os lados. Geopoliticamente, eles servem como amortecedores. Mas, economicamente, eles ligam-nos a outros mercados importantes que são fundamentais para muitas empresas americanas. Os problemas nesses mercados são também, em última análise, problemas para os EUA.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 13. Porque é que a economia mundial aparece tão frágil

(Martin Wolf, 17 de Janeiro de 2019)

A questão com que nos devemos preocupar não é o estado do ciclo de curto prazo. É perfeitamente provável que venha a haver um abrandamento modesto e controlável, sem que daí resulte nada de muito danificado. A preocupação deve antes prender-se com o contexto em que tal abrandamento poderá ocorrer. É a instabilidade política e  das políticas, combinadas  com o esgotamento das opções seguras para a expansão do crédito, que tornariam  potencialmente tão difícil lidar com a gestão duma desaceleração a curto prazo, mesmo que limitada e natural.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 13. Porque é que a economia mundial aparece tão frágil

(Martin Wolf, 17 de Janeiro de 2019)

A questão com que nos devemos preocupar não é o estado do ciclo de curto prazo. É perfeitamente provável que venha a haver um abrandamento modesto e controlável, sem que daí resulte nada de muito danificado. A preocupação deve antes prender-se com o contexto em que tal abrandamento poderá ocorrer. É a instabilidade política e  das políticas, combinadas  com o esgotamento das opções seguras para a expansão do crédito, que tornariam  potencialmente tão difícil lidar com a gestão duma desaceleração a curto prazo, mesmo que limitada e natural.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 12. O Fantasma do Futuro Natal – Um mundo assustador nos espera, a menos que mudemos os nossos hábitos.

(Chris Martenson, 28 de Dezembro de 2018)

Mas, para além das nossas carteiras de títulos, os desequilíbrios que enfrentamos são extraordinários e estão espalhados por todo o mundo – económica, política, ecológica e demograficamente – e simplesmente não existem recursos suficientes para voltar ao ritmo fiável e rápido do crescimento económico registado no século XX.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 12. O Fantasma do Futuro Natal – Um mundo assustador nos espera, a menos que mudemos os nossos hábitos.

(Chris Martenson, 28 de Dezembro de 2018)

Mas, para além das nossas carteiras de títulos, os desequilíbrios que enfrentamos são extraordinários e estão espalhados por todo o mundo – económica, política, ecológica e demograficamente – e simplesmente não existem recursos suficientes para voltar ao ritmo fiável e rápido do crescimento económico registado no século XX.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 11. Isto vai ser bem pior do que poderemos pensar

(Michael Snyder, Janeiro de 2019)

Estamos a chegar rapidamente ao ponto em que a América será ingovernável.  Não importa quem esteja no poder, haverá raiva, conflito, discórdia e ressentimento.  Dezenas de milhões de americanos odiavam Barack Obama e não o consideravam o seu presidente, e agora dezenas de milhões de americanos odeiam Donald Trump e não o consideram  o seu presidente.  As nossas instituições políticas estão a desfazer-se   e a fé no sistema está num mínimo histórico.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 11. Isto vai ser bem pior do que poderemos pensar

(Michael Snyder, Janeiro de 2019)

Estamos a chegar rapidamente ao ponto em que a América será ingovernável.  Não importa quem esteja no poder, haverá raiva, conflito, discórdia e ressentimento.  Dezenas de milhões de americanos odiavam Barack Obama e não o consideravam o seu presidente, e agora dezenas de milhões de americanos odeiam Donald Trump e não o consideram  o seu presidente.  As nossas instituições políticas estão a desfazer-se   e a fé no sistema está num mínimo histórico.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 3. Investidores alertados: prepararem-se para a existência de mais turbulência nos mercados

(Editado por Gonzalo Raffo, 30 de Dezembro de 2018)

Os investidores devem estar preparados para mais turbulências nos mercados  ao  estilo “de Outubro vermelho” em 2019, já que a política monetária mais restritiva dos EUA repercute-se mais uma vez sobre as cotações das obrigações e mina ainda mais o apoio aos mercados financeiros, de acordo com o especialista  de títulos de rendimento fixo à escala global,  da Franklin Templeton.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 3. Investidores alertados: prepararem-se para a existência de mais turbulência nos mercados

(Editado por Gonzalo Raffo, 30 de Dezembro de 2018)

Os investidores devem estar preparados para mais turbulências nos mercados  ao  estilo “de Outubro vermelho” em 2019, já que a política monetária mais restritiva dos EUA repercute-se mais uma vez sobre as cotações das obrigações e mina ainda mais o apoio aos mercados financeiros, de acordo com o especialista  de títulos de rendimento fixo à escala global,  da Franklin Templeton.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 2. O círculo vicioso italiano

(Por Victor Hill, in Master Investor, 07 de Dezembro de 2018)

O círculo vicioso italiano, (“Doom Loop” ) a interdependência italiana entre a banca em dificuldades e o governo endividado, é o termo utilizado pelo Banco Mundial para descrever a co-dependência entre os governos altamente endividados e os bancos, muitas vezes frágeis, que detêm as suas obrigações. A Itália não é o único país nesta situação, escreve Victor Hill.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 2. O círculo vicioso italiano

(Por Victor Hill, in Master Investor, 07 de Dezembro de 2018)

O círculo vicioso italiano, (“Doom Loop” ) a interdependência italiana entre a banca em dificuldades e o governo endividado, é o termo utilizado pelo Banco Mundial para descrever a co-dependência entre os governos altamente endividados e os bancos, muitas vezes frágeis, que detêm as suas obrigações. A Itália não é o único país nesta situação, escreve Victor Hill.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 1.Noticias da Eurolândia – Recessão iminente

. (Por Victor Hill, 30 de Novembro de 2018)

Em toda a Europa, e particularmente na zona euro de 18 membros, as notícias económicas são sombrias. Está agora claro que a crise do crédito nos mercados emergentes, que se prolongou durante a maior parte deste ano, mais a desaceleração que se verificou na China, estão a ter consequências negativas na Europa. No entanto, apesar do trauma que se tem estado a viver com o Brexit, o Reino Unido está-se a movimentar de forma relativamente suave – por enquanto.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 1.Noticias da Eurolândia – Recessão iminente

. (Por Victor Hill, 30 de Novembro de 2018)

Em toda a Europa, e particularmente na zona euro de 18 membros, as notícias económicas são sombrias. Está agora claro que a crise do crédito nos mercados emergentes, que se prolongou durante a maior parte deste ano, mais a desaceleração que se verificou na China, estão a ter consequências negativas na Europa. No entanto, apesar do trauma que se tem estado a viver com o Brexit, o Reino Unido está-se a movimentar de forma relativamente suave – por enquanto.

MOSAICOS CHINESES, de JOÃO MARQUES

OBRIGADO AO JOÃO MARQUES E AO DIÁRIO DE COIMBRA Depois do que representou o período colonial, temos de reconhecer que os apoios consignados pela Europa, numa pretensa ajuda aos africanos, não tiveram as consequências desejáveis, sobretudo para a grande maioria

MOSAICOS CHINESES, de JOÃO MARQUES

OBRIGADO AO JOÃO MARQUES E AO DIÁRIO DE COIMBRA Depois do que representou o período colonial, temos de reconhecer que os apoios consignados pela Europa, numa pretensa ajuda aos africanos, não tiveram as consequências desejáveis, sobretudo para a grande maioria