
| Sábado, 15 de Outubro, 15h
Ser livre em pleno salazarismo não era nada fácil: o controlo asfixiante, a censura, havia a PVDE/PIDE e qualquer voz contra era logo calada, reduzida ao silêncio. Mário Dionísio era um espírito livre, atravessou toda a ditadura, mas conseguiu recortar o seu espaço de liberdade: a escrita, a pintura, o jornalismo e, depois, os cafés, as tertúlias, o empenho político, nunca abdicando do seu «mundo». Com dificuldades, com derrotas, mas nunca se rendeu. Este passeio quer ser uma (re)descoberta da Lisboa diferente de Mário Dionísio, do MUD e do Diabo, do Grémio Alentejano, do Café Portugal e do Martinho. Locais cheios de histórias e estórias que serão visitados e acompanhados com a leitura de excertos de livros, entrevistas, artigos e poemas do Mário Dionísio, protagonista desta Lisboa Livre. Passeio orientado por Eupremio Scarpa e com leituras a várias vozes. A Casa da Achada vai estar fechada a partir das 15h. |
Domingo, 16 de Outubro, 15h30
Não é uma novidade que as pessoas têm, ao longo dos tempos, encontrado maneiras de se representarem a si próprias. Antes da «selfie», já se faziam auto-retratos. Neste ciclo, partimos da Autobiografia de Mário Dionísio, editada em 1987 pel’O Jornal, para pensar nestas auto-representações e, por isso, surgiu a ideia de um conjunto de oficinas de auto-retrato. Após uma primeira oficina de fotografia, continuamos neste domingo, às 15h30, por fazer auto-retratos em desenho, com Marta Caldas. No outro domingo, 23 de Outubro, vamos fazer expressão dramática com F. Pedro Oliveira. Para todos a partir dos 6 anos. |
Segunda-feira, 17 de Outubro, 18h30
Continua a leitura comentada, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Vamos na 4ª parte, «Durante as grandes tempestades». Cláudia Oliveira e João Tito Basto começam a leitura do 4.º capítulo, «Analisar, reconstruir». ATENÇÃO, estamos a fazer uma campanha de angariação de fundos para a reedição de A Paleta e o Mundo. Vejam aqui como contribuir. Segunda-feira, 17 de Outubro, 21h30 No ciclo de cinema «Correspondências», projectamos o filme A carta (1999, 107’) de Manoel de Oliveira, apresentado por Luis Miguel Cintra. Neste ciclo de cinema, optámos por seguir o tema da exposição que inaugurámos a 1 de Outubro, onde mostramos uma parte importante da correspondência de Mário Dionísio. Por isso, escolhemos filmes com carteiros, cartas, postais e trocas de ideias à distância, escritas em papel. A entrada é livre, todos os filmes em língua estrangeira são legendados, há sempre uma apresentação e espaço para uma conversa. |
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[Contactos] Centro Mário Dionísio
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