A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Numa série de textos que aqui publiquei há dias, contava como em 1961, o poeta Edmundo Bettencourt, histórico cantor do fado coimbrão, me chamara a atenção para a voz e para a forma única que Jose Afonso dava às suas interpretações, vaticinando-lhe uma brilhante carreira. Nesta nova série, usarei excertos do trabalho que fiz para o site «Vidas Lusófonas» criado e dirigido pelo meu saudoso amigo, o escritor e argonauta Fernando Correia da Silva