
Não serão muitos a ficar surpreendidos por se ir confirmando na prática que Donald Trump não é excepção; tal como a maioria dos políticos, muito do que ele disse durante a campanha eleitoral não vai ter seguimento depois de ter sido eleito. Ele bem que pode esbravejar com o muro na fronteira do México e gritar contra os islâmicos, nas coisas essenciais, nomeadamente quando respeitam às classes trabalhadoras e aos mais desfavorecidos, o desfasamento entre o antes e o depois vai ser enorme.
Todos sabemos que o problema do desemprego é fulcral na sociedade moderna, pois o emprego é essencial para a grande maioria das pessoas conseguir sobreviver. Por isso ter uma ideia o mais precisa que possível do número de pessoas que não têm trabalho é essencial em todos os países, não só para os governantes mas também para todos os cidadãos que têm de acompanhar a vida do país, nos seus vários aspectos. Aqui é preciso ter presente ser necessário saber exactamente ´como e quando se pode considerar que alguém está desempregado, e como e quando tem direito a apoios dos serviços públicos.
Os governantes, para defenderem a sua imagem, recorrem frequentemente a artimanhas (o termo não é excessivo). Alteram os critérios de contagem, e procuram excluir das listas de desempregados o maior número que possível de pessoas. Isso tem sido feito nos Estados Unidos, em Portugal e noutros países, quiçá em muitos, ou talvez até em todos os países. Trata-se de um assunto, entre outros, sobre que se deveriam seguir normas tanto quanto possível idênticas, para não dizer iguais em todos os países.
Para lerem sobre as “variações” de Donald Trump nesta matéria e os problemas que existem nos Estados Unidos quanto à contagem dos desempregados, propomos que cliquem nos links abaixo:
https://zap.aeiou.pt/e-verdade-diz-trump-em-apenas-50-dias-o-desemprego-baixou-de-29-para-47-152164
