A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Em «O último julgamento», um conto de Arthur Koestler que aqui publicámos há tempos, o autor do soberbo O zero e o infinito equaciona de forma exemplar o tipo de justiça ministrado em Tribunais em que o acusado entra na sala de audiências já condenado e o julgamento é uma pura formalidade;« – «Acuso este homem – disse ponderadament6e (o Promotor)– de cumplicidade em todos os assassínios e crimes do presente, do passado e do futuro.