O MENINO COMO EU por Luísa Lobão Moniz

Mês de ABRIL, mês de Revolução.

Mês de tratar o tema das crianças maltratadas, é resultado da Revolução de Abril.

Depois de Abril de 1974 temos liberdade e o dever de proteger os mais frágeis, de lhes dar “armas” para se poderem defender, divulgar conhecimento aos adultos de como podem proteger as suas crianças.

Todos sabemos que os primeiros anos de vida são de extrema importância para o   desenvolvimento emocional e cognitivo.

Falar de crianças mal tratadas exige seriedade e sensibilidade.

As crianças do mundo são heroínas anónimas.

Ainda não nasceram e já estão a ser maltratadas porque as suas mães são também maltratadas.

Nascem e por vezes são abandonadas ou mortas pelos adultos. Começam a crescer e a falar e a ter medo quando o maltratante se aproxima.

Vai para a escola e quantas vezes não é também maltratada pela escola ou por alguns colegas.

Abrem o facebook e são seduzidas por pessoas que querem entrar nas suas vidas íntimas.

São adolescentes e querem ser adultos, saem à noite completamente desprotegidos, vão para bares e sem saberem são drogados com alguma droga que alguém pôs nos seus copos.

Em frente ao computador aderem a jogos que podem levá-los à morte.

Nos recreios das escolas são, por vezes, vitimizadas por colegas, também maltratadas, através de pancada ou humilhação.

A Declaração dos Direitos da Criança são palavras banais que todos sabem soletrar, mas que ninguém quer pensar nos seus verdadeiros significados.

É enorme a responsabilidade das sociedades relativamente ao desenvolvimento das crianças que não serão crianças toda a vida, mas que serão os futuros adultos que se irão orientar pelas linhas que conhecem.

É preciso que toda a gente saiba, e possa informar os outros e as crianças de que há muitas pessoas e instituições que se dedicam a encontrar soluções para que os maus tratos deixem de existir (será que vão mesmo desaparecer ou serem prevenidos?)

É preciso que se saiba que em Portugal e na Europa há um número de telefone 116111 que tenta encaminhar as crianças (e família) para um mundo melhor.

Em Portugal o número 116111 pertence ao SOS Criança do Instituto de Apoio à Criança (IAC)

Os livros também ensinam através de histórias.

Conhecem a história, baseada em casos reais, “O menino como eu”?

 

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