GIRO DO HORIZONTE – EMÍDIO GUERREIRO, SÁ CARNEIRO E A ALA LIBERAL – por PEDRO DE PEZARAT CORREIA

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Nome completo: João Manuel Pacheco Machado

One comment

  1. Tendo este Giro do Horizonte sido divulgado pelos associados da Associação 25 de Abril mereceu a Vasco Lourenço o comentário seguinte:

    Car@s associad@s
    Pelo seu alto interesse, divulgamos um texto do nosso associado Pedro Pezarat Correia.
    Porque sou pessoalmente citado, porque pertenço à Maçonaria – sou membro do Grande Oriente Lusitano (GOL) há cerca de vinte anos – não posso deixar de tecer pequenos comentários.
    Conheci profundamente Emídio Guerreiro, de quem sou grande amigo e admirador (para isso contribuiu decisivamente o facto de ambos termos pertencido à mesma Loja maçónica), confirmo tudo o que Pezarat Correia (outro grande amigo, mas não maçon…) afirma sobre ele. Emídio Guerreiro foi um dos maiores revolucionários, senão o maior, que eu conheci. E porque o tema é suscitado pela sua pertença ao PPD, lembro que, quando pretendia espicaçá-lo em discussões políticas, o costumava confrontar com “você não tem legitimidade para dizer isso, pois você pertenceu ao PSD!”. Ainda me rio, ao lembrar a sua reacção “eu nunca pertenci ao PSD, eu pertenci, sim, ao PPD!”.
    Quanto a Sá Carneiro, a opinião é bem diferente. Lembro apenas que abandonou o partido, indo para Londres “tratar” de uma doença, desiludido por não ter convencido Mário Soares a fazer o mesmo, porque “o País está perdido, os comunistas vão tomar conta disto…”, e, regressado, não teve pejo em correr com um “velho” de 76 anos, que aguentara com o partido na “época das brasas”, e retomar a liderança do mesmo…
    Ainda no que à Maçonaria diz respeito, tal como afirma Pacheco Pereira, “nem todas as Obediências são iguais”… Por isso, quando os jornalistas escrevem sobre Maçonaria, deviam ter o cuidado de saberem primeiro sobre o que escrevem!
    Ah, uma coisa gostaria de salientar: sou maçon, mas não jurei nem tenho fidelidade a ninguém! Como maçon, sou, acima de tudo, um Homem Livre! E, tal como António Arnaut, tenho muita honra nisso!

    Boa leitura.
    Boas Festas e cordiais saudações
    Vasco Lourenço

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