PALCO 114 – MARIO ROJAS E JOAQUIN MURIETA – por Roberto Merino

 

“O manuscrito de Joaquín Murrieta de Brígido Caro ficou perdido por muito tempo até que um descendente o doou à Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. O editor e investigador Mario A. Rojas teve acesso a uma cópia na Divisão de Manuscritos da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Brígido Caro nasceu em Álamos, Estado de Sonora, em 12 de Maio de 1858 e faleceu em 14 de Janeiro de 1940. Muito se escreveu sobre o lendário e mítico Mur(r)ieta; ele é lembrado sobretudo como um “bandido social” que, desde a sua marginalização e clandestinidade, lutou contra governantes que considerava inimigos dos pobres. Há quem duvide de sua historicidade e há quem a defenda com veemência. Erros tipográficos foram corrigidos nesta edição do manuscrito. Actualizou-se a ortografia do texto original e incluiu-se alguns textos de acompanhamento. Além disso, algumas notas foram adicionadas.” (informação da editora)

Cartaz anunciando a exposição da cabeça do alegado Murrietta, em 1853 e cartaz do filme

 

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaqu%C3%ADn_Murietta

 

 

https://www.noroeste.com.mx/entretenimiento/cultura/escribe-sobre-eraclio-bernal-HCNO472588

 

 

 

 

 


(*) Pulp, pulp fiction e revista pulp — ou, ainda, revista de emoção — são nomes dados, a partir do início de 1900, às revistas feitas com papel barato, fabricado a partir de polpa de celulose.

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