Marriner Eccles, os New Dealers e a criação das Instituições de Bretton Woods -Introdução, c) Carta a Randal Quarles em 22 de Fevereiro de 2022

Introdução

Seleção de Júlio Marques Mota

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c) Carta a Randal Quarles em 22 de Fevereiro de 2022

 

Caro Randal Quarles

Uma longa carta sobre a série de textos em torno de Marriner Eccles (que junto em anexo).

O meu pedido de desculpas por ser tão longa mas, talvez pela minha idade (79 anos) perdi o hábito de escrever textos curtos.

Os meus melhores cumprimentos

Júlio Marques Mota

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Caro Randal Quarles

Na sequência das suas relevantes informações fui à minha biblioteca (Faculdade de Economia da universidade de Coimbra) levantar os dois livros disponíveis, AfterShock de Robert Reich e The Battle of Bretton Woods de Benn Steil. Quanto aos restantes dois livros da sua lista:

  1. Sydney Hyman, Marriner Eccles, pp. 307 – 308 (Engine of Inflation) regarding Eccles’s doubts about the World Bank but enthusiasm for the IMF.
  2. The Diaries of Henry Morgenthau (edited by Leon Blum), volume 3, pp. 232, 251, 260, 262, 262, 265 regarding Eccles’s role at Bretton Woods.

 

destes dois livros nem sombra deles. Pôs-se a hipótese de a Biblioteca da Faculdade de Economia (Universidade de Coimbra) comprar estes dois livros, mas já não estão disponíveis nos respetivos editores.

Levantou-se a hipótese de empréstimos no sistrema de recurso a outras bibliotecas nacionais europeias, mas em nenhuma das bibliotecas que fazem parte desse protocolo tem qualquer desses dois livros.

A Biblioteca colocou a hipótese de comprar os livros no mercado em segunda mão. Disse-lhe: veja os preços porque se forem preços fora do normal não os compre então.

Devo aqui afirmar que somos um país de fracos recursos e em que as Bibliotecas andam sempre a contar os cêntimos e como isto pode sair caro à Biblioteca não quero que alguém acuse a diretora da biblioteca de estar a favorecer um antigo professor. Isso nunca.

Depois da sua carta, o que eu pensei como esquema de textos a publicar foi o seguinte: a minha carta dirigida à família Eccles. Depois colocava a resposta de Randall (a sua) e a seguir adicionava os textos que pudesse dispor dentro dos textos indicados por si.

Neste momento já tenho autorização de publicação de dois capítulos do livro de Benn Steil. Hoje vou pedir ao editor Alfred A, Knopf autorização para me servir do capítulo I de AfterShock. Depois se verá, se a Biblioteca adquire ou não os livros acima referidos.

De toda a maneira atrevo-me a pedir-lhe um favor. Como deve compreender, havendo apenas referências dispersas para alguém como eu que está muito longe da realidade americana, daquele tempo e de agora, ser-me-ia difícil a mim próprio fazer um texto sobre Marriner Eccles e Bretton Woods. De Eccles temos apenas o texto enviado ao senador Warren, temos igualmente o texto de Spencer Eccles de 2014 e nada mais. Neste quadro, eis o pedido que francamente aqui apresentamos: pedimos-lhe que nos faça um texto sobre a importância de Marriner Eccles na Conferência de Bretton Woods. Se aceitar pode fazê-lo com a dimensão que quiser. A aceitar a satisfação deste nosso pedido ele seria publicado em inglês e em português no nosso blog.

Entretanto, este foi um tema que me seduziu e muito e não fiquei parado na ideia que acima expus. Tendo dificuldades, e muitas, em captar o homem nos meandros de Bretton Woods e das tensões do poder, procurei neste campo captá-lo naquilo que deixou para o povo americano e para a humanidade também, o acordo alcançado. A esta tarefa tenho dedicado grande parte do meu tempo disponível. Tomando como um dado a importância da presença de Marriner Eccles em Bretton Woods e das razões que estavam por detrás da irritação com Keynes, procurei debruçar-me sobre as forças de tensão em Bretton Woods e organizei [além da série sobre Marriner Eccles] um segundo grupo de textos sobre a importância da Conferência. Este grupo tem a seguinte configuração:

  1. Nos enredos do obscurantismo americano dos anos 40- o problema da espionagem
  2. Em torno de Bretton Woods
  3. Keynes versus Harry White
  4. Reflexões sobre Bretton Woods
  5. Sobre um novo Bretton Woods.

Poder-se-á perguntar: porquê o ponto 1? Por exemplo John Ikenberry desenha a trajetória para se chegar a Bretton Woods falando dos homens que construíram a nova Ordem Internacional, mas sem nenhuma referência a espionagem. Eu poderia fazer o mesmo, mas quis caracterizar as forças do obscurantismo e do fanatismo, forças estas bem presentes na Comissão das Atividades Antiamericanas, e a sua conexão com Bretton Woods.

Dou-lhe dois exemplos curtos do mesmo tipo de forças em Portugal.

  • Em Maio de 1917 três pequenos pastorinhos (8 a 10 anos de idade) dizem que a Mãe de Jesus lhes apareceu em visões quando estavam a rezar no campo, com as suas cabras e ovelhas. A Virgem Maria ter-lhes-á dito que orassem pelo mundo e pela conversão da Rússia! Não será por acaso a crendice dos camponeses do Portugal profundo de que os comunistas eram tão más pessoas que até comiam crianças ao pequeno-almoço.
  • Vejamos o que pessoalmente me aconteceu em 1972, cerca de 30 anos depois de Bretton Woods.

Salazar, o ditador fascista, estava morto. Tinha ascendido ao poder o mais importante ideólogo do fascismo Marcelo Caetano. Este, extraordinariamente inteligente percebeu bem os ares do tempo e prometeu a Primavera política. Mas as linhas de força pendiam mais para o Inverno do que para a Primavera. No seu governo tinha dois ministros que eram os extremos do espetro político admitido oficialmente, Gonçalves Rapazote, ministro das forças policiais, e Veiga Simão o mais liberal dos liberais de todo o período fascista e tão liberal era que mais tarde, em democracia, foi ministro do Partido Socialista. O ministro Rapazote, o duro fascista, queria destruir Veiga Simão, o liberal. O ministro Rapazote inventou uma ocupação selvagem numa faculdade, a faculdade de Economia da Universidade Técnica de Lisboa. O ministro fascista mandou avançar a polícia de choque para “resgatar” a faculdade que estava com as aulas a decorrer normalmente. E eu estava em aulas.

Com a chegada e o assalto da polícia armada até aos dentes gerou-se o pânico. Muita gente saiu ferida, eu fui um deles, com os maxilares partidos. Fui internado e sujeito a intervenção cirúrgica. Foi informada a minha família, camponeses pobres. No dia seguinte uma prima minha encontra a minha mãe numa loja da aldeia. Insulta a minha mãe, porque era mãe de um comunista e esse comunista que era eu, deveria ser preso logo que saísse do hospital. Este era o espírito anticomunista de Portugal profundo no princípio dos anos 70, antes do golpe de Estado que implantou a democracia em 1974. Não creio que o ambiente tenha sido muito diferente na América dos anos 40.

Num país subdesenvolvido como era Portugal no final dos anos de 1920, houve o golpe militar que levou os fascistas ao poder em 1928. Com o fascismo, a crendice tornou-se mais profunda com a máxima dos fascistas de que quem é contra nós, é comunista. Dos anos 50 a 70, como a maioria da população portuguesa, a quase totalidade, nada tinha a ver com o comunismo, o slogan tornou-se mais refinado: quem não é por nós é contra nós. Bom e quem é contra nós não deixava de ser, explicita ou implicitamente, comunista.

Isto parece-me ter paralelos, e muitos, com a caça às bruxas da Comissão das Atividades americanas e é neste enquadramento que vejo o ataque a Harry White. Era preciso atacar as fontes de progresso onde elas se manifestavam e White fazia parte do grupo dos progressistas. Não esqueçamos que era uma das sólidas figuras que defendia a intervenção do Estado como regulador da economia.

Um terceiro exemplo sobre o ataque de forças obscurantistas e manipuladoras, bem mais recente, em Portugal nos anos 2000. É aberto um processo judicial em Portugal contra um conjunto de figuras acusadas de pedofilia. De entre elas dois políticos, na época, dois dos mais importantes políticos do Partido Socialista, Ferro Rodrigues, o secretário-geral do PS, e Paulo Pedroso, o mais promissor dos jovens políticos portugueses, na altura deputado da Assembleia da República. Na base do diz-se que diz-se, a Polícia foi mesmo à Assembleia da República mas curiosamente ia bem acompanhada de jornalistas e câmaras de televisão. Em direto para o país era aí preso Paulo Pedroso (Maio 2003). E a ideia pegou, sem nenhuma prova factual que o justificasse, esse “crime” entrou no imaginário português. Preso, porquê? Porque poderia fugir, era a justificação!!! E o espetáculo gerado e transmitido pela televisão, esse, foi uma entorse à lei, mas por acidente de violação do segredo de justiça. Entretanto a direita no poder declarava pela boca do Primeiro-ministro, Durão Barroso, mais tarde Presidente da Comissão Europeia, de que agora é que se iria ver como a Justiça Portuguesa ira bater forte e duro nos poderosos. E estes eram sobretudo as gentes do PS! Meses depois (Outubro 2003) Paulo Pedroso era liberto, porque já não havia o perigo de fugir! Nada mudou entre as duas posições judiciais: entre a decisão de prisão e a da libertação da prisão!

Neste entretanto, os media, sobretudo as televisões, matraqueavam-nos dia e noite com afirmações do género: os pedófilos são pessoas tão extraordinariamente inteligentes e perversas, capazes de tudo, capazes de transformar a mentira, a sua defesa, em verdade, e a nossa verdade publicamente assumida por todas as televisões em mentira e por isso não havia que lhes dar credo! No fundo as pessoas eram condenadas antes de serem julgadas.

Tudo isto mais parece o paradoxo de Zenão do que outra coisa. Depois Paulo Pedroso não chega a ir a julgamento. Não havia provas! Foi liberto. Em Maio de 2004, o Tribunal decidiu não levar o dirigente socialista a julgamento, por existirem sérias dúvidas sobre a forma como Paulo Pedroso foi identificado por uma ou outra das alegadas vítimas de abuso sexual.

O argumento de muita gente era de que ele foi liberto porque o processo estava propositadamente mal instruído para se obter este resultado. Nada a fazer para mudar o que entrou no imaginário de muita gente, como uma espécie de pensamento mágico à moda da Grécia antiga!

Mas, diríamos nós, não havendo provas, cheiraria não apenas a incompetência mas também cheiraria a um processo fabricado peça a peça. O resultado político, ou seja, o efeito pretendido e alcançado, foi a decapitação da direção do partido Socialista.

Com todo este bombardeamento mediático, dia após dia, mês após mês, essa “realidade criada“ no imaginário de um outro dos jovens abalados por uma vida sem afetos e sem normalidade, tornou-se uma outra realidade “real” para aqueles que tinham acreditado nos média e no governo português. E estes crentes no que dizem os media para se justificarem a si-mesmos pela sua crendice passaram a dizer que o processo foi incompetentemente constituído, mas que foi incompetentemente constituído de forma intencional para dar este resultado. Pedófilo afirmado pelos meios de comunicação social sem provas é então pedófilo verdadeiro para toda a vida! Assim se destrói ou se pretende destruir a vida de uma pessoa. No imaginário destes crentes, a falta de provas é prova de que as provas foram maltratadas, apenas isso. Incrível mas no pensamento mágico de muita gente é assim mesmo.

Creio haver aqui um paralelo com o processo de Harry White. Traidor pronunciado é traidor anunciado para a vida, é isso que é assim considerado ainda hoje em muitos meios americanos, como aqui com os crentes de pensamento relativamente a Paulo Pedroso.

Mais tarde, cerca de 15 anos depois, muito tempo da vida ativa de uma pessoa, Ferro Rodrigues veio a ser Presidente da Assembleia da República e Paulo Pedroso veio a ser alto funcionário de uma das Instituições de Bretton Woods, o Banco Mundial.

Neste caso penso que encontramos mais um paralelo com o caso Harry White: acusações graves sobre a honorabilidade/probidade de uma pessoa, mas sem provas, apenas com base na crendice ou preconceitos das pessoas. Mesmo agora, com os ficheiros desclassificados, e sem provas concludentes que permitam afirmar seguramente que White foi um traidor à Pátria, diz-nos um bom analista sobre Bretton Woods, o historiador Keith Huxen:

“There is no doubt that White provided secret government documents on American financial plans and positions to the Soviet Union during the war. His motivations, and the extent of his betrayal, remain unclear to historians today: he never joined the Communist party, he viewed his own actions as aiding an ally during wartime, and his personal writings convey his economic vision of the future as a mixture of capitalism and socialism, rather than a Marxist faith”.

Por seu lado, a CIA pela mão de James C. Van Hook  reconhece que os testemunhos de base foram os testemunhos dos “espiões confessos e informadores do FBI Whitaker Chambers e Elizabeth Bentley [que] acusaram White de ter sido um “agente de influência” soviético enquanto esteve no governo. Os documentos desclassificados de VENONA do tráfego diplomático soviético durante a década de 1940 parecem a muitos confirmar tais acusações. Craig tem um ponto de vista diferente. Apesar de não estar necessariamente a argumentar a inocência de White, o autor sugere que as acusações dos detractores de White foram descabidas“.

E no mesmo texto ele diz:

“Como os historiadores da Guerra Fria há muito perceberam, pode-se explicar os desenvolvimentos no início da Guerra Fria aparentemente contrários aos interesses americanos – como a divisão da Alemanha e a queda da China – sem recorrer à carga simplista da espionagem. A história é complexa, e quando a história corre mal, não é ipso facto o resultado de uma sabotagem ou traição. O problema com esta abordagem, no entanto, é que por vezes esbarra contra provas contrárias”.

No fundo a base da acusação é quase sempre feita por interpostas pessoas, tal como aconteceu no caso de Paulo Pedroso. Ora , quando se sabe o que se sabe sobre o  enorme trabalho de preparação da Conferência de Bretton Woods, quando se sabe a oposição interna feroz contra os resultados obtidos em Bretton Woods, quando se sabe que Marriner Eccles foi uma das figuras importantes do Acordo alcançado, acusar White de espião comunista é qualquer coisa que soa a tão patético quanto dizer que o acordo alcançado era uma construção a favor da Rússia, tão patética quanto acusar Truman de traição por se considerar que o Presidente sabia que Harry White era um espião soviético e mesmo assim nomeou-o para o cargo de Diretor do FMI, tão patético quanto o foi na realidade em Portugal o processo de pedofilia. Um paralelo espantoso: abertos os ficheiros do FBI não havia provas contra White; preso Paulo Pedroso não havia provas contra Paulo Pedroso. Mas as falsidades tiveram os seus efeitos reais como se fossem verdades.

Relativamente às ideias de White e ao meio ambiente em que estas eram partilhadas diz-nos John Ikenberry:

As ideias do plano original de White eram geralmente partilhadas por muitos dos colegas profissionais e departamentais de White. No final da década de 1930, economistas recém-formados, na sua maioria de Harvard e defendendo e abraçando ideias keynesianas, começaram a encontrar lugares no governo dos EUA (Galbraith 1971). Este processo de recrutamento foi posto em marcha por vários funcionários-chave da administração Roosevelt, entre os quais Marriner Eccles, presidente da Reserva Federal, e Lauchlin Currie, um economista de Harvard que Eccles tinha atraído para a Reserva Federal. Currie, por sua vez, tornou-se um canal importante para o recrutamento de economistas keynesianos para a burocracia federal (Salant 1989, 40; Stein 1969; Sweezy 1972, 116-24; May 1981).

No início da guerra, os Keynesianos tinham chegado a ocupar cargos na Direção do Orçamento, no Departamento do Comércio e no Tesouro. Durante a guerra, também assumiram posições no Gabinete de Administração de Preços e no Conselho Nacional de Planeamento de Recursos; este último também esteve envolvido no planeamento pós guerra (Weir 1989, 56; Clawson 1981). Embora Henry Morgenthau não fosse Keynesiano, os cargos-chave no Departamento do Tesouro passaram a ser ocupados por aqueles que o eram (Block 1977, 39). No seu conjunto, quando se começou a trabalhar no Tesouro sobre propostas monetárias do pós-guerra, os peritos em torno de White partilharam as suas opiniões básicas sobre a necessidade de propostas económicas de longo alcance e inovadoras. Após a elaboração do plano White, discussões técnicas interdepartamentais, nas quais participaram principalmente economistas e advogados (não empresários ou banqueiros), forneceram um veículo para as deliberações dos peritos no seio do governo (Eckes 1975, 60).” Fim de citação (The Political Origins of Bretton Woods, G. John Ikenberry, aqui).

E Lauchlin Currie foi igualmente vítima das mesmas forças obscurantistas.

Parafraseando James M. Boughton, creio podermos dizer que Harry White e Lauchlin Currie pensavam de forma muito, muito diferente do que idealizavam as forças antiprogresso da época para a América, “and that was all it took to set the hatchets in motion”, ou seja, isso foi tudo o que se necessitou para pôr em marcha os machados de guerra. É por isso, repetindo-me, que colocamos como primeiro ponto deste capítulo dedicado a Bretton Woods, a questão da espionagem sobre as pessoas referidas.

Colocar a questão da espionagem neste tema tem a função de ilustrar quão difícil foi a luta daqueles homens e mulheres para construir uma América melhor, um mundo melhor. No caso de Marriner Eccles e de Lauchlin Currie e daqueles que os seguiam, com um ministro do Tesouro que não era keynesiano, é ainda de reconhecer um outro detalhe que valeria a pena desenvolver, mas já não tenho idade para isso: ambos defendiam tanto a problemática do pleno emprego interno, como Beveridge, como a problemática do mundo aberto que nos dá o multilateralismo vencedor em Bretton Woods, defendida pelo Tesouro americano. Uma situação quase única naquele tempo o que terá conferido a Marriner Eccles uma boa margem de manobra nas negociações de Bretton Woods face aos economistas ingleses, e o que lhe confere aos nossos olhos uma grandeza muito maior. Uma razão adicional para se dar muito mais importância ao papel de Eccles na Conferência de Bretton Woods e no acordo aí alcançado.

Finalmente, gostaria de lhe enviar a si e à família Eccles todos os textos que vamos publicamos – os da série inicial que começámos a publicar a 1 de Fevereiro último e os que publicaremos relativos a Marriner Eccles e Bretton Woods. Enviamos-lhe os textos em formato PDF, com um link para a sua publicação no nosso blogue. A série inicial é composta por 50 textos aos quais serão acrescentados os textos a publicar relativos a Bretton Woods. Neste sentido, se isto for aprovado, ficar-lhe-ia muito grato se pudesse indicar para que endereço de correio electrónico devo enviar os textos.

Enquanto aguardo a sua resposta, queira aceitar os meus mais cordiais cumprimentos

Júlio Marques Mota

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