PORTUGAL – UM SÉCULO PERDIDO – algumas reflexões – por José de Almeida Serra

PORTUGAL – UM SÉCULO PERDIDO

– algumas reflexões –

por José de Almeida Serra

A crise de 2010-2013 é recente e correntemente apontada como a maior crise ocorrida depois do 25 de Abril, o que talvez possa ser verdadeiro numa análise de curto prazo, mas já não o é numa visão mais alargada e na qual vivemos há muitos anos. Os últimos governos (o actual ainda estamos para ver, mas bem não começa) não resolveram problemas, não planearam um futuro para a Sociedade, não resolveram reais carências de Sociedade e vêm colocando Portugal cada vez mais perto da cauda da Europa (aqui chamo Europa a tudo o que está a oeste da Rússia, hoje na sua grande maioria dentro da União Europeia). Há que olhar para as evoluções de longo prazo e não passar a vida a discutir o défice anual das contas públicas (muitas vezes com pouca seriedade) e o brilhante futuro que nos está reservado de acordo com o governo no poder e que miserável será para quem lá não está. País? Solidariedade? Coesão? Melhoria das condições de vida? Emprego e Desemprego? Saúde?

E o que se fará com a santíssima e mais que sagrada corrupção? Que vergonhosamente já não é oculta, mas propalada pelos mais diferentes meios e à vista de toda a gente. Os salários principescos de certos políticos e donos ou administradores de empresas, quando ao lado, a ralé, tem o salário mínimo nacional quando tem a sorte de encontrar emprego.

Olhemos os números reais do passado e as decisões tomadas sem rumo, sem perspectiva, sem um projecto de futuro para o País.

E, infelizmente, os problemas não existem só em Portugal. De uma maneira generalizada estendem-se por todo o território europeu – e até mundial – e, obviamente, os sucessivos alargamentos da União, não devidamente preparados, têm, e em muito, contribuído para agravar dificuldades, desentendimentos e decisões não amadurecidas.

Comparemos com o sistema político e de poderes vigente nos Estados Unidos da América (um distrito federal, cinquenta e dois estados 9,834 milhões de Km2 e 333 milhões de pessoas), e até a governação da ONU, com a actual Europa com os seus 46 países e 10,4 milhões de Km2 e atente-se nas diferentes evoluções políticas e respectiva governação, incluindo a da própria ONU.

A reestruturação da economia portuguesa a partir dos anos 50 foi muito importante na sequência da expansão económica do pós-guerra, que se traduziu – esta – em elevados investimentos a nível internacional, fortes aberturas do comércio internacional, lançamento do Plano Marshall, da OCDE, EFTA e respectivo Fundo criado para ajudar o nosso País no pós-revolução, gerido em Portugal pelo Banco de Fomento Nacional (extinto em condições pouco edificantes que nada teve a ver, honra lhe seja, com o actual BPF, de evolução assaz lamentável).

No caso português não pode deixar de referir-se um relativo desenvolvimento e uma certa industrialização em determinadas fases da 2ª República, não obstante serem visíveis alguns enviesamentos por parte do Poder e o travão introduzido pelo condicionamento industrial.

O Portugal actual não pode deixar de atender à sua participação na União Europeia, já que esta o influencia poderosamente e cuja evolução não tem conseguido acompanhar.

Em 1985 (assinámos o Tratado de Adesão), ocorrendo a entrada de Portugal na CEE em 1986, hoje EU, o que tem constituído uma “válvula de escape” e tem-nos permitido ir sobrevivendo, embora com óbvias dificuldades e sem desenvolvimento que se veja. Bem pelo contrário: não temos conseguido seguir a evolução que se nos deveria impor e vamos ficando cada vez mais para trás.

A Comunidade Económica Europeia foi manifestamente o resultado de duas guerras mundiais que iam destruindo a Europa e não só. Os europeus começaram por aderir à ideia que havia que acabar com as guerras entre si e a primeira acção efectiva a que deram seguimento foi ao controlo dos maiores ingredientes para a guerra, o carvão e o aço, criando a CECA em 1951.

Em 9 de Maio de 1950 – e sempre com o problema da Alsácia-Lorena e uma Alemanha profundamente frustrada e agora partida ao meio, o que agravou os problemas pré-existentes – Robert Schuman, ministro dos Negócios Estrangeiros francês, produziu um discurso, baseado num plano de Jean Monnet, no qual propôs que a França e a República Federal da Alemanha pusessem em comum os seus recursos de carvão e de aço, numa organização aberta a outros países da Europa.

O Tratado que institui a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) seria assinado em Paris em 18 de Abril de 1951 pela Bélgica, Alemanha, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos. Previsto para um período de cinquenta anos e em virtude de ter entrado em vigor em 1952, chegou ao seu termo em Julho de 2002. De notar a presença da Alemanha e a ausência do Reino Unido (o RU tem sido historicamente um “outsider” na Europa, o que os europeus têm de compreender politicamente; ainda não esqueceu o defunto Grande Império e não parece que os reis de Inglaterra disso tivessem retirado – nesses territórios – quaisquer ganhos ou poder e de que continuam a ser nominalmente reis em muitas e grandes partes do planeta, onde mandam nada, com exclusão de Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte).

O Reino Unido viria a aderir posteriormente à CECA (tal como aconteceria com a CEE, da qual seria o primeiro – e até agora único – a partir sem que disso tivesse retirado quaisquer ganhos).

Depois da experiência CECA, estava amadurecido o quadro para a ampliação da colaboração, a qual viria a dar origem à CEE-Comunidade Económica Europeia de âmbito muito mais alargado, tanto em temas como geograficamente, do que resultaria a actual UE-União Europeia

Recordatória: em 25 de Março de 1957, foi assinado o Tratado de Roma que criou a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom), entrando em vigor em 1 de Janeiro de 1958. São assim objecto de colaboração, para além do carvão e do aço, o átomo (guerra) e diversos domínios económicos, sociais e políticos. A CEE viria, portanto, a desenvolver diferentes campos de intervenção, dos quais se tem uma mais clara perspectiva nos Anexos e viria a alargar-se de 6 membros para os 27 actuais, em diversas fases.

Em contraposição e por iniciativa do Reino Unido, foi criada, em Janeiro de 1960, a Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA), que reuniu vários países europeus – incluindo Portugal, como membro fundador – que não fizeram parte do bloco que viria a originar a CEE e se manteria e desenvolveria ao longo do tempo.

CEE-EU – Evolução de países aderentes

 

 

Anos
ADESÕES
1958
Bélgica, Alemanha, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos.
1973
Dinamarca, a Irlanda e o Reino Unido
1981
Grécia
1986
Espanha, Portugal
1990
A RFA integra a RDA
1995
Áustria, a Finlândia e a Suécia
2004
Chipre, Malta, República Checa, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslováquia e Eslovénia
2007
Bulgária e Roménia
2013
Croácia
SAÍDAS
2016
Brexit , saída do Reino Unido da União
CANDIDATOS À ADESÃO EM 2024
Albânia, Bósnia-Herzegovina, Macedónia do Norte, Montenegro, Sérvia, Turquia, Ucrânia, Moldova e Geórgia.


Evidentemente que com as regras de decisão existentes – designadamente a possibilidade de veto por parte de qualquer país em diferentes matérias – a actual União Europeia tornou-se virtualmente ingovernável, não obstante ter vindo a alargar sucessivamente as suas áreas de intervenção.

E como nos temos posicionado nesta Europa?

Incluem-se quatro anexos:

I – Números Portugal na Europa (Pordata);

II – Portugal: Administrações Públicas, despesas, receitas e défice/excedente público per-capita (Pordata);

III – Portugal -PIB e PIB per-capita a preços Constantes (Pordata):

IV – CEE- Comunidade Económica Europeia (hoje UE-União Europeia) e CECA-Comunidade Europeia do Carvão e do Aço.

Os anexos contêm muita informação, mas procede-se aqui a uma brevíssima síntese:

No anexo I inserem-se 100 indicadores para a EU-27, incluindo Portugal, e salientam-se, necessariamente com subjectivismo, aqueles em que a posição portuguesa assume uma posição menos abonatória.

No anexo II apresenta-se para Portugal e para os anos de 1960-2022, sempre per-capita e a preços constantes, a despesa da Administração Pública, bem como receitas e défice; chama-se a atenção para que de excedentes orçamentais se passou, em meados da década de 1970, a défices (com excepção de 2019) que, de uma maneira geral têm vindo a aumentar, embora seja visível um esforço de contenção a partir de 2011.

No anexo III apresenta-se, também para Portugal e para o período 1960-1921, o PIB per-capita a preços constantes, bem como o PIB aos mesmos preços, sendo particularmente preocupante a evolução a partir da década de 1990.

Finalmente no anexo IV apresenta-se uma síntese de actos e decisões da CEE/EU desde a sua origem até 2023.

Plano de Recuperação para a Europa e Mecanismo de Recuperação e Resiliência

Contexto e antecedentes

Em Dezembro de 2020, os líderes dos países da União Europeia, o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia acordaram na criação do Mecanismo de Recuperação e Resiliência para ajudar a reparar os danos económicos e sociais causados pela pandemia da COVID-19.

O orçamento da UE, juntamente com o NextGenerationEU, o qual é um instrumento temporário concebido para impulsionar a recuperação, é o maior pacote de medidas alguma vez financiado pela União Europeia, representando um total de aproximadamente 1800 mil milhões de euros, o qual pretende ajudar a transformar a Europa numa economia pós COVID-19 mais verde, mais digital e resiliente.

Projetos do Plano de Recuperação e Resiliência português:

Residências estudantis a preços acessíveis;

Transição Digital dos Serviços de Segurança Social;

Eficiência Energética em Edifícios Residenciais.

Para analisar os registos sobre os fluxos financeiros do PRR, foram tidos em conta dados de 56 entidades beneficiárias diretas ou intermediárias, com execução de investimentos, pertencentes à CGE. A execução do PRR está sujeita a um regime excepcional que determina que, no que se refere a subvenções a fundo perdido, os valores de receita orçamental do ano, financiados em exclusivo pelo PRR, “que não se tenham traduzido em despesa até ao final do mesmo ano”, devem ser convertidos para operações extra-orçamentais, nos primeiros 10 dias úteis de Janeiro do ano seguinte.

O plano original de recuperação e resiliência (PRR) de Portugal tinha um valor inicial de 16,6 mil milhões de euros: 13,9 mil milhões de euros em subvenções e 2,7 mil milhões de euros em empréstimos. A revisão do PRR português foi adoptada pelo Conselho em 17 de Outubro de 2023.

Plano de Recuperação e Resiliência de Portugal

O que está previsto no Plano de Recuperação para a Europa?

O orçamento de longo prazo da UE, que foi complementado para responder aos desafios relacionados com a COVID-19, assegura que mais de 50% do Plano de Recuperação seja dedicado à modernização, através da investigação e inovação, às transições climática e digital e à preparação, recuperação e resiliência.

O programa apresenta-se em concordância com o Pacto Ecológico Europeu que visa combater as alterações climáticas. Prevê-se que 30% do orçamento da UE seja dedicado a esta prioridade, sendo também dada especial atenção à proteção da biodiversidade.

Outro importante apoio, proposto e decidido em Dezembro de 2021, o NextGenerationEU prevê a disponibilização de um montante adicional superior a 800 mil milhões de euros, dos quais mais de 700 mil milhões de euros serão disponibilizados sob a forma de empréstimos e subvenções para apoiar as reformas e os investimentos dos Estados- Membros da UE.

Será necessário que os Estados-Membros apresentem um plano nacional de recuperação e resiliência, no qual pelo menos 37% das despesas são afetadas ao clima e 20% a investimentos e reformas no domínio digital, a implementar até 2026, para poderem candidatar-se aos fundos do Mecanismo de Recuperação e Resiliência.

A Comissão Europeia adoptou uma avaliação positiva do plano de recuperação e resiliência de Portugal no dia 16 de Junho 2021. O plano original de recuperação e resiliência (PRR) de Portugal, como acima se refere, tinha um valor de 16,6 mil milhões de euros: 13,9 mil milhões de euros em subvenções e 2,7 mil milhões de euros em empréstimos. A revisão do PRR português foi adoptada pelo Conselho em 17 de Outubro de 2023. Esta inclui um capítulo REPowerEU, assim como novos ou ampliados investimentos e novas reformas. Várias medidas do plano original também foram alteradas por razões objectivas devido à inflação elevada e a perturbações na cadeia de abastecimento. Com esta revisão, o montante total alterou-se para 22,2 mil milhões de euros: 15,5 mil milhões de euros em subvenções e 5,9 mil milhões de euros em empréstimos.

O financiamento concedido pelo Mecanismo de Recuperação e Resiliência apoiará a aplicação, até 2026, de importantes medidas envolvendo tanto investimentos como reformas que foram apresentadas por Portugal para que o país saia fortalecido da pandemia. O plano português é a concretização nacional duma iniciativa inédita da UE para dar resposta a desafios comuns criados pela pandemia.

As reformas e investimentos incluídos no plano já demonstraram ter um impacto transformador em Portugal, contribuindo para a proteção do clima através de significativas melhorias na eficiência energética e progressos na descarbonização da indústria. O financiamento do PRR dá um importante contributo para o cumprimento dos objetivos climáticos de Portugal para 2030.O plano português inclui um amplo conjunto de medidas para ajudar Portugal na transição verde e digital e para aumentar a resiliência económica e social do país.

O que está incluído no PRR português?

  • As medidas propostas visam reformar e digitalizar a administração pública. A digitalização generalizada também ajuda a melhorar o ambiente empresarial em Portugal.

  • O plano proporcionará também ao Banco Português de Fomento, uma reserva de capital de 1550 milhões de euros para investir em empresas portuguesas viáveis suprindo falhas de mercado que limitam o acesso ao financiamento adequado e evitam situações de subcapitalização.

  • Várias medidas contribuirão para melhorar a educação e a formação em todo o país. As escolas, universidades e instituições de formação utilizarão mais intensamente instrumentos digitais de forma a proporcionar uma melhor formação para ajudar a enfrentar os desafios da dupla transição verde e digital.

  • O plano contribuirá também para reforçar investimentos na área social, com medidas que vão desde a habitação social, o combate à pobreza energética, a promoção da igualdade de género e o investimento nos cuidados de saúde primários.

Entre as 20 componentes do plano, 16 incluem despesas em investimentos com objectivos climáticos. São previstas medidas de apoio à eficiência energética de edifícios residenciais, públicos e de serviços com vista a apoiar a transição climática.

O plano português contribui com 21,1% da sua dotação total para a transição digital, cumprindo assim o objectivo de consagrar pelo menos 20% das despesas à transição digital. Esta alocação visa acelerar o processo de transformação digital e digitalização quer da área pública quer da privada (salientam-se qualificações e competências profissionais, modernização do sistema de saúde, cultura, preservação e proteção das florestas, investigação e desenvolvimento, respostas sociais e infraestruturas).

Entrada em vigor do novo quadro de governação económica preparado para o futuro (Maio de 2024)

A publicação de fundos europeus na imprensa nacional e local volta a ser novamente obrigatória. São tratados diferentes temas e a seguir indicam-se apenas alguns:

1.Quais são os principais objetivos do novo quadro de governação económica?

2.Como é que as reformas garantem que as regras orçamentais da UE são adequadas aos desafios futuros?

3.Quais são as principais alterações introduzidas pelo novo quadro de governação económica?

  • Uma apropriação mais forte a nível nacional, graças a planos orçamentais e estruturais nacionais a médio prazo, no âmbito de um quadro comum da reformas e investimentos digitais;

  • Regras mais simples e mais transparentes, com trajectórias de ajustamento orçamental, reformas e investimentos que favoreçam o crescimento;

  • Uma aplicação mais rigorosa das regras e das salvaguardas comuns mediante instituições orçamentais independentes

4.Quando entrará em vigor o novo quadro?

  • O novo quadro entrou em vigor em 30 de abril de 2024.De que forma irá o novo quadro contribuir para atingir níveis adequados de investimento público que garantam as prioridades comuns da UE?

5.O novo quadro protege as despesas nacionais consagradas aos programas co-financiados pela UE, excluindo essas despesas do principal indicador de controlo orçamental.

6.Como irá o novo quadro garantir a sustentabilidade e a solidez das finanças públicas? Que salvaguardas estão previstas nas novas regras para assegurar uma redução sustentável da dívida?

A Comissão definirá uma «trajectória de referência» específica por país para cada Estado-Membro cujo défice orçamental seja superior a 3 % do PIB ou cuja dívida pública seja superior a 60% do PIB.

Será que podemos orgulhar-nos do aproveitamento que fizemos dos fundos comunitários? Certamente não podemos estar orgulhosos daquilo que fizemos e das comparações que se estabelecem com os resultados globais obtidos ao longo do tempo comparativamente a outras regiões, sendo algo decepcionante o atraso que temos vindo a verificar, sempre comparativamente, nos últimos cinquenta anos. Os números aí ficam e será que tinham de ser a fatalidade com que nos deparamos?

Portugal, Grécia e Irlanda -Evolução do PIB per capita.

Segundo o Banco Mundial

Greece-gdp-growth-rate-2024-06-09-macrotrends (World Bank)

Ireland-gdp-per-capita-2024-06-09-macrotrends (World Bank)

No que respeita a Portugal, o valor do PIB per capita expresso em paridade do poder de compra foi 83% da média comunitária (UE27) em 2023, sendo o décimo mais baixo da UE.

Em média, os países da Zona Euro – a que Portugal pertence – têm um PIB per capita, medido pelo PPS, 4% superior ao da UE27.

Atendendo aos maus comportamentos económico-financeiros de alguns, os membros mais avançados inventaram uma aleivosia que aplicaram aos países com mais dificuldades – rotulando-os de PIGS, porcos – que compreendiam (fins dos anos 70) Portugal, Itália, Grécia e Espanha, cedo ampliada para PIIGS para abarcar também a Irlanda aquando da crise 2009-2014.

Mas entremos um pouco no pormenor, remetendo para desenvolvimentos anexados e deixando aqui uma interrogação: o que têm os irlandeses mais do que nós? E uma segunda poderia ser: como foi possível sermos ultrapassados por países que viveram durante meio século sob a batuta comunista e que estavam vegetando na miséria?

A evolução da dívida pública em Portugal é uma vergonha em que cada governo esconde os problemas que empurra, em clandestinidade, para futuro.

Reproduzo de uma publicação recente (DN):

  1. Saldo de Medina disfarça gasto de 1,4 mil milhões de euros com BPN, Efacec, NB e EDP;

  2. Portugal com excedente orçamental histórico de 1,2% em 2023

  3. Banco de Portugal prevê melhoria forte do crescimento deste ano, mais emprego e turismo

Clássico: vende-se o País e seus pertences e abate-se na dívida, contraem-se empréstimos junto de empresas para o mesmo efeito e, aos poucos, vamo-nos tornando numa para-colónia de estrangeiros, sobretudo chineses. Como sempre, o Banco dito de Portugal vai-o sendo cada vez menos. A CGD vai também vendendo activos que tinha para fabricar resultados para o Estado, o que suscita uma interrogação: para quando a venda da própria CGD e a quem? Tenho sérias dúvidas quanto aos “excedentes orçamentais históricos”.

Do muito que foi vendido, por quanto se vendeu e quanto de lucros produziram essas empresas desde então? Certamente a maioria dos adquirentes já estarão “em casa” e farão de nós a única apreciação possível. Os portugueses tinham historicamente um ditado que recomendava a “venda de gato por lebre”, mas na prática especializaram-se em “vender lebre por gato” (e aparentemente com alguns comissionistas por intermediários – sejamos benevolentes e usemos apenas comissionistas, não sendo esta a palavra mais apropriada – aos mais diferentes níveis sociopolíticos).

Não conheço estimativas para a chamada dívida oculta, de empresas ainda públicas, mas altamente endividadas e cuja dívida deveria ser incluída na dívida pública. A quanto ascende isso tudo?

E ainda uma agravante com a natureza da dívida pública: em interna (dívida a credores nacionais) e externa (dívida a credores externos).

Segundo o Banco de Portugal, autor destas informações, em 2022, Portugal apresentou a 3.ª maior dívida externa líquida em percentagem do PIB da União Europeia, situando-se atrás do Chipre e da Grécia (os dois gráficos seguintes são da autoria do referido Banco).

Luxemburgo, Irlanda e Malta são exemplos de países com dívida externa líquida negativa, o que significa que têm activos de dívida superior aos seus passivos, apresentando-se assim como países credores face ao exterior. Mais um indicador altamente negativo em caso de crise internacional: Portugal deve, mas deve sobretudo ao exterior (cerca de 2/3 da dívida) sendo dos países que mais deve ao exterior, o que lhe diminui grandemente as possibilidades de encontrar uma solução razoável e aceitável em caso de crise internacional grave.

Dívida externa líquida em percentagem do PIB (2022)

 

Que avaliações independentes fazer de tudo isto?

Não se pode ser exaustivo, mas basta referir posições reiteradamente assumidas por Órgãos de soberania europeia ou nacional. (Remeteremos para documentos comunitários públicos e que impõem regras ou fazem apreciações e para o Tribunal de Contas). Recorda-se que o limite para a dívida pública, imposto pela UE, é de 60% do PIB e o limite para o défice é de 3% do mesmo PIB. Nós discutimos os 100% de dívida e manifestamente trata-se de uma brincadeira quando se conhecem os mecanismos escondidos para obter aquele número, sucessivamente repetidos, ano após ano, governo atrás de governo.

Tudo óptimo para Portugal, mas… manifestamente a quantidade e qualidade do trabalho português tem deixado muito a desejar e tem sido objecto de críticas, designadamente por parte da própria Comissão Europeia, do Tribunal de Contas Europeu (onde há vários anos Portugal nem sequer tem um juiz) e Tribunal de Contas Português.

OBVIAMENTE NÃO SERÁ POSSÍVEL MANTER ESTA POSIÇÃO PARA A ETERNIDADE. COMO VAMOS SAIR DELA? QUAL O CUSTO SOCIAL E POLÍTICO? UM DOS PAÍSES MAIS MISERÁVEIS NA EUROPA? NOVA DITADURA?

Citam-se a seguir algumas intervenções (das muitas que vêm sendo feitas, de decisões sucessivamente proteladas e de centenas de milhões decididos ao arrepio de qualquer estudo sério).

Tribunal de Contas alerta para baixa execução do PRR

1-O tribunal alertou ainda para o facto de relatório trimestral sobre a execução do PRR não estar a ser elaborado trimestralmente pela Direção-Geral do Orçamento, conforme determinado pelo regime excecional de execução orçamental do PRR.

Lusa, 09 jan.2024.

2-O Tribunal de Contas (TdC) apontou uma “incorreta e inconsistente” contabilização dos valores do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na Conta Geral do Estado (CGE) em 2022.

” […] Dos 1.534,7 milhões de euros ordenados pela EMRP [Estrutura de Missão Recuperar Portugal] e pagos em 2022,1.031,4 milhões de euros tiveram a natureza de subvenção e 512,3 milhões de euros a natureza de empréstimo. Do total das subvenções pagas, 936,6 milhões de euros tiveram como destinatários beneficiários da administração central e da Segurança Social”, lê-se num relatório do TdC.

Porém, a verba em causa não está “integralmente evidenciada” no Sistema de Informação de Gestão Orçamental (SIGO)/ CGE como receita do PRR. Segundo o documento, foram identificadas “insuficiências” de contabilização do “recebimento e da utilização dos fundos” do plano.

9/1/24 e 5/30/24(?), SIC Notícias

3.

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EM SUMA: DEPOIS DE MUITAS CRISES HISTÓRICAS UMA OUTRA SE PERFILA JÁ BEM PRÓXIMA DE NÓS. VAMOS CONTINUAR COM A COSTUMEIRA IRRESPONSABILIDADE POLÍTICA, DE VALORES E SOCIAL?

 

PRIMEIROS-MINISTROS QUE NOS GOVERNARAM VAI PARA UM SÉCULO

António de Oliveira Salazar, Presidente do Conselho de Ministros, de 5 de Fevereiro de 1932 a 11 de Abril de 1932; de 11 de Abril de 1932 a 18 de Janeiro de 1936; de 18 de janeiro de 1936 a 27 de setembro de 1968; Marcelo José das Neves Alves Caetano, Presidente do Conselho de Ministros, de 27 de Setembro de 1968 a 25 de Abril de 1974

Democracia

Junta de Salvação Nacional, de 25 de Abril de 1974 a 16 de Maio de 1974;

Adelino da Palma Carlos, Primeiro-Ministro, de 16 de Maio a 18 de Julho de 1974;

Vasco dos Santos Gonçalves, Primeiro-Ministro, de 18 de Julho a 30 de Setembro de 1974; de 30 de Setembro de 1974 a 26 de Março de 1975; de 26 de Março a 8 de Agosto de 1975; de 8 de Agosto a 19 de Setembro de 1975;

José Batista Pinheiro de Azevedo, Primeiro-Ministro, de 19 de Setembro de 1975 a 23 de Julho de 1976;

Mário Alberto Nobre Lopes Soares, Primeiro-Ministro, de 23 de Julho de 1976 a 23 de Janeiro de 1978; de 23 de Janeiro a 29 de Agosto de 1978;

Alfredo Jorge Nobre da Costa, Primeiro-Ministro, de 29 de Agosto a 22 de Novembro de 1978;

Carlos Alberto da Mota Pinto, Primeiro-Ministro, de 22 de Novembro de 1978 a 7 de Julho de 1979;

Maria de Lurdes Ruivo da Silva Matos Pintasilgo, Primeira-Ministra, de 7 de Julho de 1979 a 3 de Janeiro de 1980;

Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro, Primeiro-Ministro, de 3 de Janeiro de 1980 a 4 de Dezembro de 1980, na sequência do seu falecimento, tendo o governo ficado em funções até 9 de janeiro de 1981;

Francisco José Pereira Pinto Balsemão, Primeiro-Ministro, de 9 de Janeiro a 4 de Setembro de 1981; de 4 de Setembro de 1981 a 9 de Junho de 1983;

Mário Alberto Nobre Lopes Soares, Primeiro-Ministro, de 9 de Junho de 1983 a 6 de Novembro de 1985;

Aníbal António Cavaco Silva, Primeiro-Ministro, 6 de Novembro de 1985 a 17 de Agosto de 1987; de 17 de Agosto de 1987 a 31 de Outubro de 1991; de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995;

António Manuel de Oliveira Guterres, Primeiro-Ministro, de 28 de Outubro de 1995 a 25 de Outubro de 1999; de 25 de Outubro de 1999 a 6 de Abril de 2002;

José Manuel Durão Barroso, Primeiro-Ministro, 6 de Abril de 2002 a 17 de Julho de 2004;

Pedro Miguel Santana Lopes, Primeiro-Ministro, 17 de Julho de 2004 a 12 de Março de 2005;

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, Primeiro-Ministro, 13 de Março de 2005 a 21 de Junho de 2011;

Pedro Manuel Mamede Passos Coelho, Primeiro-Ministro, 21 de Junho de 2011a 30 de Novembro de 2015;

XX Governo Constitucional Pedro Passos Coelho Período de governação: 2015.10.30 até 2015.11.26;

XXI Governo Constitucional António Costa Período de governação: 2015.11.26 até 2019.10.26

O actual titular do posto é, desde 2 de Abril de 2024, Luís Montenegro, 119.º chefe de governo de Portugal, 19.º chefe de governo e 18.º Primeiro-Ministro desde o 25 de Abril, e 15.º Primeiro-Ministro constitucional. Luís Montenegro chefia o XXIV Governo Constitucional.

12 de Junho de 2024

ANEXOS

I – Números Portugal na Europa (Pordata)

 

II – Portugal: Administrações Públicas, despesas, receitas e défice/excedente público per-capita (Pordata)

III – PIB e PIB per-capita a preços Constantes (Pordata)

Fonte: Pordata

 

Anexo IV – CEE- Comunidade Económica Europeia (hoje UE-União Europeia) e CECA-Comunidade Europeia do Carvão e do Aço

A Comunidade Económica Europeia foi manifestamente o resultado de duas guerras mundiais que iam destruindo a Europa e não só.

Em 9 de Maio de 1950 – e sempre com o problema da Alsácia Lorena – Robert Schuman, ministro dos Negócios Estrangeiros francês, profere um importante discurso, inspirado num plano de Jean Monnet, através do qual propõe que a França e a República Federal da Alemanha ponham em comum os seus recursos de carvão e de aço, numa organização aberta a outros países da Europa.

O Tratado CECA viria a expirar – como previsto desde o início – em 2002, no final da sua vigência de 50 anos que tinha sido fixada nos estatutos criadores.

Mas estava, desde logo, amadurecido o quadro para a ampliação da colaboração, a qual viria a dar origem à CEE-Comunidade Económica Europeia de âmbito muito mais alargado, tanto em temas, como geograficamente, do que resultaria a actual UE-União Europeia. Em simultâneo procurou resolver-se o potencial problema da energia atómica e criar-se-ia o Euratom, que entraria em vigor em 1 de Janeiro de 1958.

Em 25 de Março de 1957, foi assinado o Tratado de Roma que criou a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a Comunidade Europeia da Energia Atómica (O Tratado que institui a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) fora assinado em Paris em 18 de Abril de 1951 pela Bélgica, Alemanha, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos. Previsto para um período de cinquenta anos e em virtude de ter entrado em vigor em 1952, chegou ao seu termo em Julho de 2002).

Passemos a uma síntese de eventos ocorridos: com isso teremos uma mais rigorosa visão dos alargamentos e das políticas (tudo retirado de fontes comunitárias):

1962 – Lançamento da política agrícola comum (PAC).

1963 – A CEE assina o seu primeiro grande acordo internacional de assistência a 18 antigas colónias africanas. Estabeleceu desde então uma parceria especial com 78 países das regiões ACP (África, Caraíbas e Pacífico).

1968 – Supressão dos direitos aduaneiros entre os primeiros seis Estados-membros, criando-se pela primeira vez condições para o comércio livre. São aplicados os mesmos direitos aduaneiros aos produtos importados dos outros países.

1973 – A Dinamarca, a Irlanda e o Reino Unido aderem às Comunidades Europeias que passam a ter 9 Estados-Membros. A Noruega fica de fora, na sequência de um referendo em que a maioria da população se manifestou contra a adesão.

1974 – Em sinal de solidariedade, os dirigentes da CEE criam o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional_FEDER, que assegura a transferência de recursos financeiros das regiões ricas para as regiões pobres, para melhorar as estradas e as comunicações, atrair investimentos e criar emprego. Esta política de assistência absorve hoje um terço do orçamento europeu.

1979 -Primeira eleição por sufrágio universal directo do Parlamento Europeu. Os seus deputados até então provinham dos parlamentos nacionais; criação do sistema monetário europeu.

1981 –Entrada da Grécia nas Comunidades Europeias, que passam a contar 10 Estados-Membros.

1986 – Espanha e Portugal aderem às Comunidades Europeias, que passam a contar 12 Estados-Membros. É assinado no Luxemburgo e em Haia o Acto Único Europeu, entrando em vigor em 1 de Julho de 1987, com vista a relançar a integração europeia e a realizar o mercado único europeu até 1993.

1987 – A CEE lança o programa Erasmus que concede bolsas aos estudantes universitários que desejam estudar noutro país.

1989 – Queda do muro de Berlim.

1990 -O Acordo de Schengen relativo à eliminação dos controlos fronteiriços é assinado pelos países do Benelux, França e Alemanha. Reunificação da Alemanha.

1991 – Entra em vigor a Quarta Convenção de Lomé relativa ao desenvolvimento das relações entre a Comunidade Europeia e os países da África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP).

1992 – Portugal assume a presidência do Conselho das Comunidades Europeias. É assinado em Maastricht o Tratado da União Europeia, que entra em vigor em 1 de Novembro de 1993. O Tratado da União Europeia estabelece as bases para uma política externa e de segurança comum, uma cooperação mais estreita nos domínios da justiça e dos assuntos internos e a criação de uma união económica e monetária, incluindo uma moeda única. A CEE muda a sua designação para «Comunidade Europeia» (CE).

1993 – É criado o mercado único europeu.

1994 – Entra em vigor o acordo que cria o Espaço Económico Europeu (EEE). É assinado, em Lisboa, o tratado sobre a Carta Europeia da Energia.

1995 – A Áustria, a Finlândia e a Suécia juntam-se à UE, que passa a ter 15 Estados-Membros. A Noruega fica, uma vez mais, de fora na sequência do referendo.

1995 – Entra em vigor o Acordo de Schengen entre a Bélgica, a França, a Alemanha, o Luxemburgo, os Países Baixos, Portugal e Espanha; O Liechtenstein adere ao Espaço Económico Europeu.

19966 – A Dinamarca, a Finlândia e a Suécia assinam o Acordo de Schengen.

1997 – Assinatura do Tratado de Amesterdão, que entrou em vigor a 1 de Maio de 1999 e que deu à União Europeia novas competências.

1998 – O Conselho Europeu de Bruxelas decide que 11 Estados-Membros (Áustria, Bélgica, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal e Espanha) preenchem as condições necessárias para a adopção da moeda única em Janeiro de 1999. A estes juntar-se-á, em 1 de Janeiro de 2001, a Grécia. Assinatura, em Nova Iorque, do protocolo de Quioto sobre as alterações climáticas.

1999 – Início da terceira fase da União Económica e Monetária (UEM). A moeda única é introduzida nos mercados financeiros e passa a ser a moeda oficial dos 11 Estados. A partir deste momento, o Banco Central Europeu (BCE) passa a ser responsável pela política monetária europeia, cuja moeda é o Euro. Entrada em vigor do Tratado de Amesterdão. O Conselho Europeu de Helsínquia, dedicado principalmente ao alargamento da União, reconhece oficialmente a Turquia como candidata à adesão à UE e decide avançar com as negociações com os outros 12 países candidatos.

2000 – Portugal assume a Presidência do Conselho da União Europeia. No Conselho Europeu realizado em Lisboa, os Chefes de Estado e de Governo aprovam a Estratégia de Lisboa, cujo objetivo era fazer da União Europeia, até 2010, a economia baseada no conhecimento mais dinâmica e competitiva do mundo, capaz de garantir um crescimento económico sustentável, com mais e melhores empregos, e com maior coesão social e respeito pelo ambiente. Em Nice, o Conselho Europeu chega a acordo sobre o texto de um novo Tratado, que reforma o sistema decisório da UE na perspectiva do alargamento. Os presidentes do Parlamento Europeu, do Conselho Europeu e da Comissão Europeia proclamam solenemente a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.

2001 – A Grécia adere à terceira fase da União Económica e Monetária (UEM). É assinado o Tratado de Nice, que entrou em vigor em 1 de Fevereiro de 2003.

2002 – Entrada em circulação das moedas e notas em euros. Retirada de circulação das notas e moedas nacionais. Lançamento do Galileo, o sistema europeu de determinação da posição e de navegação por satélite. Chegou ao fim o Tratado que institui a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), após cinquenta anos de vigência. O Conselho Europeu de Copenhaga decide que 10 dos países candidatos (Chipre, Malta, República Checa, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslováquia e Eslovénia) poderão aderir à UE em 1 de Maio de 2004. A adesão da Bulgária e da Roménia é prevista para 2007.

2003Entrada em vigor do Tratado de Nice.

2004 – Chipre, Malta, República Checa, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslováquia e Eslovénia aderem à União Europeia. A Croácia torna-se país candidato à UE.

2005 – Entrada em vigor do Protocolo de Quioto, um tratado internacional que visa limitar o aquecimento global e reduzir as emissões de gases com efeitos de estufa. No Conselho Europeu realizado em Bruxelas, os Chefes de Estado e de Governo relançam a “Estratégia de Lisboa”, focalizando-a no crescimento e no emprego. Bulgária e Roménia assinam, no Luxemburgo, o seu Tratado de Adesão à União Europeia. A União Europeia dá início a negociações tendo em vista a adesão de dois países candidatos: a Croácia e a Turquia. A Antiga República Jugoslava da Macedónia torna-se país candidato à UE.

2007 – Adesão da Bulgária e da Roménia à UE. Adesão da Eslovénia à Zona Euro. Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia. Assinatura da Carta dos Direitos Fundamentais da UE. Assinatura do Tratado de Lisboa (Tratado Reformador da UE). O Espaço Schengen é alargado, passando a incluir a Estónia, a República Checa, a Lituânia, a Hungria, a Letónia, Malta, a Polónia, a Eslováquia e a Eslovénia.

2008 – Adesão do Chipre e de Malta à Zona Euro. O Parlamento Europeu comemora o 50º aniversário da primeira reunião da Assembleia Parlamentar Europeia a 19 de Março de 1958. A Suíça adere ao Espaço Schengen, que permite viajar entre os países membros sem controlos nas fronteiras e prevê um reforço da cooperação policial.

2009 – Entrada em circulação das moedas e notas em euros na Eslováquia. Herman Van Rompuy é nomeado o primeiro Presidente permanente do Conselho da UE e a Comissária, Catherine Ashton, é nomeada Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança. Entrada em vigor do Tratado de Lisboa. A Sérvia torna-se país candidato à União Europeia.

2010 – Adesão da Estónia à Zona Euro. A Espanha assume, pela quarta vez, a presidência rotativa do Conselho da União Europeia (que tem a duração de 6 meses). É o primeiro país a exercer estas funções depois da entrada em vigor do Tratado de Lisboa.

2011.Na Síria, irrompem manifestações em favor da democracia. As forças de segurança abrem fogo sobre os manifestantes, a violência intensifica-se e formam-se brigadas de rebeldes que lutam contra as forças de segurança do Estado. A guerra civil que começa na Síria continuará a dominar a política mundial ainda durante muitos anos. Com o lançamento dos dois primeiros satélites Galileu, a União Europeia dá um passo em frente no desenvolvimento do seu próprio sistema de navegação por satélite. Os satélites Galileu ajudarão a melhorar os transportes, os serviços de salvamento, as transacções bancárias e o fornecimento de electricidade.

2012 – É lançada a Iniciativa de Cidadania Europeia, graças à qual os cidadãos podem propor diretamente à Comissão Europeia que apresente um determinado acto legislativo. A União Europeia recebe o Prémio Nobel da Paz de 2012 por ter contribuído durante mais de seis décadas para a paz e a reconciliação, a democracia e os direitos humanos na Europa.

2013 – Termina o período de extinção gradual dos ensaios de produtos cosméticos em animais, o que significa que deixa de ser possível vender na UE produtos cosméticos experimentados em animais. A Croácia adere à UE, tornando-se o 28.º Estado-Membro.

2014 – Na sequência de vários meses de manifestações populares e agitação social, o Presidente da Ucrânia é deposto pelo parlamento nacional. A relação do país com a UE e a Rússia está marcada por um longo período de incerteza. A Crimeia, que faz parte da Ucrânia, é ilegalmente anexada pela Rússia, uma ação condenada pela UE. O Parlamento Europeu elege Jean-Claude Juncker como Presidente da Comissão Europeia, na sequência das eleições europeias de Maio. Os dirigentes da UE decidem atribuir mil milhões de euros à luta contra a propagação do vírus Ébola na África Ocidental, nomeadamente na Guiné, na Serra Leoa e na Libéria. Este é o maior e mais complexo surto de Ébola desde que a doença foi observada pela primeira vez, em 1976. No final de 2015, o vírus está praticamente erradicado nestes países. A Comissão anuncia um plano de investimento de 315 mil milhões de euros com vista à criação de 1,3 milhões de postos de trabalho.

2015 – A Grécia é o país da UE mais afetado pela crise económica. Os debates sobre as reformas no país e o apoio da UE conduzem a um novo acordo. 130 pessoas morrem em atentados terroristas em Paris. Pouco tempo depois, os ministros da UE chegam a acordo sobre a adopção de medidas de segurança reforçadas nas fronteiras do espaço Schengen. Ao longo de 2015, chegam à Europa cerca de um milhão de requerentes de asilo, muitos dos quais fogem à guerra civil na Síria e precisam de proteção internacional. Os dirigentes da UE intensificam esforços para reforçar os controlos nas fronteiras externas e reduzir o número de requerentes de asilo através da cooperação com países vizinhos, como a Turquia. Na Conferência de Paris sobre o Clima, 195 países chegam a acordo quanto à limitação do aumento da temperatura mundial a menos de 2°C.

2016 – Primeira proibição do desperdício de alimentos nos supermercados. Dois «óscares» para filmes apoiados pela EU; Peter Prevc; Duplo atentado terrorista em Bruxelas; Referendo sobre o Brexit; Pokémon Go; Avião movido a energia solar; Wi-Fi4all; Assinatura do acordo de comércio UE-Canadá; Corpo Europeu de Solidariedade. Lançamento do sistema de navegação europeu Galileo

2017 – Edifício «Europa»; O futuro da Europa; A «Janela azul» de Malta; 60 anos da EU. Inauguração da Casa da História Europeia. Fim das tarifas de roaming. Novos direitos sociais para os cidadãos da EU. Ano Europeu do Património Cultural. Cristiano Ronaldo

2018 – Os Balcãs Ocidentais e a UE; A UE nos Jogos Olímpicos de inverno; Streaming sem fronteiras na UE; Iniciativa DiscoverEU; Novas regras de proteção de dados; Rafael Nadal; Final do Campeonato do Mundo de Futebol; Acordo comercial UE-Japão; Facturas de energia mais baratas; 1.000 diálogos com os cidadãos; Protecção dos jovens europeus contra as drogas psicoactivas: Estratégia da UE para a Juventude (2019-2027); Fim do bloqueio geográfico: é mais fácil fazer compras em linha

2019 – Um novo impulso para o emprego, o crescimento e o investimento; um mercado único digital conectado; uma União da Energia resiliente, com uma política climática virada para o futuro; um mercado interno mais aprofundado e mais equitativo, dotado de uma base industrial reforçada; uma União Económica e Monetária mais aprofundada e mais equitativa; uma política comercial equilibrada e progressiva para tirar partido da globalização; um espaço de justiça e de direitos fundamentais baseado na confiança mútua; rumo a uma nova política de migração; uma Europa mais forte na cena mundial; uma União de mudança democrática.

2020 – Pela primeira vez, a Croácia assume, em 1 de Janeiro, a Presidência do Conselho da UE. Celebração do 25.º aniversário da adesão à UE da Áustria, Finlândia e Suécia. Comemoração, a 4 de Janeiro, do 60.º aniversário da Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA). O Reino Unido saiu voluntariamente da UE em 31 de Janeiro (Brexit), passando esta a ter novamente 27 Estados-Membros. Lançamento do Plano Europeu de Luta contra o Cancro. Celebração dos 30 anos do programa Interreg da UE que visa incentivar a cooperação territorial entre as regiões fronteiriças. Estreitamento dos laços entre a UE e o Vietname, com a aprovação, pelo Parlamento Europeu, de um acordo de comércio livre. Atribuição, pela UE, de mais de 100 milhões de euros a dez projectos que visam melhorar o ar, preservar a natureza da Europa, reduzir a poluição dos lagos e rios e proteger o clima. Comemoração dos 45 anos do estabelecimento do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) para apoiar o desenvolvimento das regiões mais pobres do espaço europeu. A Europa torna-se o epicentro da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), segundo a Organização Mundial de Saúde. Conheça a acção da UE face a este surto epidemiológico e algumas das medidas adoptadas, bem como a resposta da política económica à COVID-19 e alguns recursos pedagógicos desenvolvidos sobre este assunto. Celebração do 63.º aniversário do(s) Tratado(s) de Roma em 25 de Março. A título de curiosidade, o Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) comemora, em 27 de Março, o 25.º aniversário da sua inauguração oficial, tendo vindo a apostar, ao longo do tempo, no conhecimento e na difusão sobre temas europeus em língua portuguesa, no sentido de fazer chegar a Europa a todos os cidadãos e cidadãs, procurando reforçar o sentimento de pertença a este projecto comum. Celebração do 55.º aniversário do Tratado de Fusão (também conhecido como Tratado de Bruxelas) em 8 de Abril. Comemoração do 69.º aniversário do Tratado de Paris em 18 de Abril. Celebração, a 4 de Maio, do 20.º aniversário do Lema da UE (Unida na Diversidade). Pela primeira vez, desde a sua proclamação pela UNESCO, é festejado, em 5 de Maio, o Dia Mundial da Língua Portuguesa. Celebrados, a 8 de Maio, os 75 anos do fim da II Guerra Mundial na Europa (com a rendição das tropas alemãs), marco assinalado com um pioneiro feriado em Berlim, na Alemanha. Comemoração, a 9 de Maio, do Dia da Europa e do 70.º aniversário da Declaração de Schuman. Celebração, a 12 de Junho, dos 35 anos da assinatura do Tratado de Adesão de Portugal e Espanha às Comunidades Europeias. Comemoração, a 14 de Junho, do 35.º aniversário da assinatura do Acordo de Schengen. Celebração, a 23 de Junho, do 20.º aniversário da assinatura do Acordo de Cotonou. A Carta das Nações Unidas foi assinada em 26 de Junho de 1945, assinalando-se em 2020, o 75.º aniversário da Organização das Nações Unidas criada a partir das cinzas da II Guerra Mundial e cuja missão continua a ser a de juntar as nações e as pessoas, preservar a paz e a segurança, proteger os direitos humanos e melhorar as vidas em todas as partes do mundo. Comemoração, no final de Junho, do 35.º aniversário da bandeira europeia no que se refere à sua adopção pelas instituições europeias e dos 65 anos desde a sua criação. A 30 de Junho, a Croácia termina a sua primeira Presidência do Conselho da UE. A Alemanha assume, em 1 de Julho, a sua 13.ª Presidência do Conselho da UE. Celebração a 17 de Julho, do 24.º aniversário da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da qual faz parte Portugal, entre outros Estados. No Conselho Europeu Extraordinário, realizado entre 17 e 21 de Julho, foram definidos os moldes de concretização do Plano de Recuperação Económica da UE em resposta à pandemia COVID-19. Entrada em vigor do acordo comercial UE-Vietname. É o acordo comercial mais abrangente jamais celebrado pela UE com um país em desenvolvimento e eliminará definitivamente os direitos sobre 99 % de todos os produtos comercializados entre as duas partes. Os Estados Unidos e a EU chegaram a um acordo relativo à redução dos direitos aduaneiros sobre determinados produtos, as primeiras reduções negociadas pelos EUA e a UE em mais de duas décadas. A Comissão assinou o primeiro contrato relativo à compra de uma possível vacina contra a COVID-19 com uma empresa farmacêutica. O contrato com a AstraZeneca é um passo importante na execução da Estratégia Europeia em matéria de Vacinas. Entram em aplicação em toda a Europa novas regras para veículos mais limpos e seguros. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pronuncia o seu primeiro  discurso sobre o Estado da União no Parlamento Europeu, em Bruxelas. Comissão lança uma Plataforma para os Direitos das Vítimas. Entram em aplicação em toda a EU novas regras que possibilitarão às pessoas com deficiência um melhor acesso aos sítios Web do sector público. Comissão Europeia publica o primeiro relatório sobre o Estado de direito na UE. Celebração do 30.º aniversário da Reunificação Alemã. Os Estados-Membros concordam com a coordenação a nível da UE das medidas de restrição da livre circulação relacionadas com a pandemia de coronavírus. O acordo proporcionará aos cidadãos mais clareza e previsibilidade, com um mapa comum e um código de cores comum baseados em critérios comuns. Comemoração do 60.º aniversário do Programa de Estágios da UE. Celebração dos 20 anos  da proclamação da Carta dos Direitos Fundamentais da UE, do 13.º aniversário da assinatura do Tratado de Lisboa e do 5.º aniversário do Acordo de Paris. Comemoração do 250.º aniversário de Ludwig van Beethoven, o compositor da Nona Sinfonia, a partir da qual um excerto foi adotado, desde 1985, como hino oficial da UE. Adopção do Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 no contexto do Plano de Recuperação Económica da UE. Aprovação da Estratégia da UE de Luta contra a Droga para 2021-2025. Avaliação positiva de uma primeira vacina (da BioNTech-Pfizer) contra a COVID-19 pela Agência Europeia de Medicamentos e sua subsequente autorização na UE. Assinatura, em 30 de Dezembro, do Acordo de Comércio e Cooperação UE-Reino Unido. A 31 de Dezembro, a Alemanha terminou a sua 13.ª Presidência do Conselho da UE.O Parlamento Europeu atribui o Prémio Sakharov de 2020 para a Liberdade de Pensamento à oposição democrática na Bielorrússia.

2021 – Pela quarta vez, Portugal assume, em 1 de Janeiro, a Presidência do Conselho da UE. 2021 é designado Ano Europeu do Transporte Ferroviário – Recursos CIEJD: Quiz|Sopa de letras. Lisboa é Capital Europeia do Desporto 2021 – Recurso CIEJD: Sopa de letras. Brexit: O período de transição está oficialmente concluído e o Reino Unido sai totalmente da EU após 47 anos de adesão, não tendo já as obrigações, os direitos e os benefícios de que dispunha enquanto Estado-Membro da UE. A UE e o Reino Unido chegaram a um acordo de comércio e cooperação sobre as suas futuras relações após quatro anos de negociações que se seguiram ao referendo no Reino Unido em 2016. Em resultado desse acordo, a UE e o Reino Unido continuarão a ter relações comerciais sem impostos adicionais, mas haverá mais burocracia e outros controlos do que antes. O acordo confirmou que o Reino Unido deixará de participar no programa de intercâmbio Erasmus+ para estudantes. 22.º aniversário do lançamento oficial do Euro. 61.º aniversário da Associação Europeia do Comércio Livre (EFTA). 36.º aniversário da Comissão Delors I. Avaliação positiva de uma segunda vacina (da Moderna) contra a COVID-19 pela Agência Europeia de Medicamentos e sua subsequente autorização na UE. Avaliação positiva de uma terceira vacina (da AstraZeneca) contra a COVID-19 pela Agência Europeia de Medicamentos e sua subsequente autorização na UE. Celebração do 35.º aniversário do Ato Único Europeu. Comemoração do 29.º aniversário do Tratado de Maastricht e do 20.º aniversário do Tratado de Nice. Apresentação da Estratégia para os Direitos das Pessoas com Deficiência 2021-2030 pela Comissão Europeia, a fim de garantir a sua plena participação na sociedade, em pé de igualdade com as outras pessoas, dentro e fora da UE, em conformidade com o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia e com a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, que consagram a igualdade e a não discriminação como pedras angulares das políticas da UE. Assinatura, em 10 de Março de 2021, da Declaração Comum sobre a Conferência sobre o Futuro da Europa pelos presidentes do Parlamento Europeu, da Comissão Europeia e do Conselho da UE, visando conferir aos cidadãos um maior papel na definição das futuras políticas e ambições da UE. No seu contexto, serão realizados vários eventos e debates em toda a UE, permitindo que as pessoas tenham uma palavra a dizer através de uma plataforma digital multilingue. De acordo com este inquérito-Eurobarómetro, 92% dos inquiridos exigem que as vozes dos cidadãos sejam «mais tidas em conta nas decisões relativas ao futuro da Europa». Avaliação positiva de uma quarta vacina (da Janssen – do grupo Johnson & Johnson) contra a COVID-19 pela Agência Europeia de Medicamentos e sua subsequente autorização na UE. Parlamento Europeu declara UE como “Zona de Liberdade LGBTIQ”. Novo visual para as etiquetas energéticas da UE. Adopção do primeiro plano estratégico 2021-2024 para o Horizonte Europa, o novo programa de investigação e inovação da UE no valor de 95,5 mil milhões de euros a preços correntes, definindo as prioridades para o direccionamento dos investimentos e assegurando que as ações de investigação e inovação da UE contribuem para um futuro sustentável, de acordo com as prioridades da UE, nomeadamente uma Europa verde e com impacto neutro no clima, uma Europa preparada para a era digital e uma economia ao serviço das pessoas. Publicação da decisão que cria um Mecanismo Europeu de Apoio à Paz. Proposta de ação da Comissão Europeia para defender os direitos da criança e proteger as crianças necessitadas, através da adoção da primeira Estratégia da UE sobre os Direitos da Criança, bem como de uma proposta de recomendação do Conselho que estabelece uma Garantia Europeia para a Infância, com o intuito de promover a igualdade de oportunidades para as crianças em risco de pobreza ou exclusão social. Publicação da Estratégia da UE em matéria de Drogas 2021-2025. Lançamento, pela Comissão Europeia, da plataforma Open Research Europe, para a publicação de documentos científicos, permitindo o acesso gratuito a todos, investigadores ou cidadãos, às mais recentes descobertas científicas. Esta plataforma apresentará os resultados dos trabalhos de investigação financiados pelo Horizonte Europa, o programa de investigação e inovação da UE para 2021-2027 e pelo seu antecessor, Horizonte 2020. Celebração do 64.º aniversário dos Tratados de Roma. Entrada em vigor do novo programa Erasmus+ 2021-2027, com a adoção do primeiro programa de trabalho anual do Erasmus+ 2021-2027, dotado de um orçamento de 26.200 milhões de euros, complementado com cerca de 2.200 milhões de euros (provenientes dos instrumentos externos da UE) para apoiar, quer a mobilidade e a aprendizagem para todos, dentro e fora da UE, quer a resiliência dos sistemas de educação e formação face à pandemia. Celebração do 56.º aniversário da assinatura do Tratado de Fusão, também conhecido por Tratado de Bruxelas. Comemoração do 10.º aniversário da assinatura da Convenção de Istambul. Celebração do 70.º aniversário da assinatura do Tratado de Paris. Lançamento da plataforma digital multilingue da Conferência sobre o Futuro da Europa – um espaço que pretende dar às cidadãs e aos cidadãos um papel maior na definição das políticas e ambições da União Europeia. Inauguração da ponte suspensa para peões mais longa do mundo (516 metros de comprimento), localizada em Portugal, no Arouca Geopark, tendo sido financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. Consulte a base de dados dos programas de política regional da UE para descobrir outros exemplos de projectos financiados pela UE na sua região. Comemoração do 22.º aniversário da entrada em vigor do Tratado de Amesterdão. Segunda celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa. Por ocasião da Cimeira Social realizada no Porto, no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da UE, foi alcançado o Compromisso Social do Porto. Celebração do Dia da Europa 2021. Também no contexto da Presidência Portuguesa do Conselho da EU e decurso da realização da conferência “Da democratização à democracia cultural: repensar instituições e práticas”, realizada em Porto Santo, foi apresentada a Carta do Porto Santo “A cultura e a promoção da democracia: para uma cidadania cultural europeia”. Acordo provisório sobre as oportunidades de pesca alcançado com o Reino Unido durante a Presidência Portuguesa do Conselho da UE até ao final de 2021. Aprovação da nova Estratégia da UE para a Adaptação às Alterações Climáticas que define uma visão a longo prazo para que, até 2050, a UE se torne uma sociedade resiliente às alterações climáticas e totalmente adaptada aos seus inevitáveis impactos. Celebração do 36.º aniversário da adesão às Comunidades Europeias de Espanha e de Portugal. UE dá luz verde ao Certificado Digital COVID da UE. Aprovação de uma recomendação que estabelece a Garantia Europeia para a Infância por parte do Conselho da UE. Comemoração do 36.º aniversário do Acordo de Schengen. Conferência sobre o Futuro da Europa: 1.º evento de Cidadãos Europeus e 1.ª sessão plenária. Lançamento de uma Plataforma Europeia de Combate à Situação de Sem-Abrigo | Declaração de Lisboa. Apresentação de uma base para o desenvolvimento dos “Princípios Orientadores para uma abordagem aos serviços públicos baseada nos Direitos Humanos“. Conselho adopta Lei Europeia em matéria de Clima, fundamental para a concretização do Pacto Ecológico Europeu. Término da quarta Presidência Portuguesa do Conselho da UE. Arranque da Presidência Eslovena do Conselho da UE. Entrada em vigor do Certificado Digital COVID da UE. Lançamento do Código de Conduta da UE sobre práticas empresariais e comerciais responsáveis no setor alimentar – um dos objectivos da Estratégia do Prado ao Prato, no sentido de aumentar a disponibilidade e o acesso a alimentos saudáveis e sustentáveis para reduzir a pegada ambiental global. Fim do plástico de utilização única graças a esta Directiva. Adopção, pela Comissão Europeia, de um conjunto de propostas com o objectivo de tornar as políticas da UE em matéria de clima, energia, transportes e fiscalidade aptas para alcançar uma redução das emissões líquidas de gases com efeito de estufa de, pelo menos, 55% até 2030, em comparação com os níveis de 1990 – acompanhe o sítio de internet do Pacto Ecológico Europeu para ver que medidas são tomadas e como pode participar. Conselho dá luz verde aos primeiros desembolsos destinados à recuperação. Comemoração do 34.º aniversário do Acto Único Europeu, do 54.º aniversário do Tratado de Fusão (também conhecido como Tratado de Bruxelas) e do 69.º aniversário do Tratado de Paris (que instituiu a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço – CECA). Atribuição dos primeiros pré-financiamentos pela Comissão Europeia referentes aos Planos de Recuperação e Resiliência de três Estados-Membros da UE: Bélgica, Portugal e Luxemburgo. Realização da 4ª edição da iniciativa Summer CEmp, organizada pela Representação da Comissão Europeia em Portugal, tendo decorrido nos dias 27 a 30 de Agosto, na vila de Alcoutim (em Faro). Discurso anual da Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, sobre o Estado da UE (SOTEU) perante o Parlamento Europeu, ocasião em que se apresenta aos eurodeputados e aos cidadãos a sua visão da actual situação da UE e as suas propostas para o ano seguinte. Na senda da importância de infraestruturas urbanas e verdes, o Parlamento Europeu propôs que 2022 seja designado o Ano Europeu das Cidades mais Verdes. Celebração do lançamento de um «Dia Biológico da UE» anual. O Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão assinaram uma declaração conjunta que estabelece 23 de Setembro como o «Dia Biológico da UE». Esta iniciativa inscreve-se no Plano de Acção para o Desenvolvimento da Agricultura Biológica adoptado pela Comissão em 25 de Março de 2021, o qual anunciava a criação deste dia para sensibilizar a opinião pública para a produção biológica. Comemoração do 24.º aniversário do Tratado de Amesterdão. Celebração do 31.º aniversário da Reunificação Alemã. Na sequência do anúncio feito pela presidente Ursula von der Leyen no seu discurso de 2021 sobre o estado da União, a Comissão Europeia adoptou a sua proposta formal de proclamação de 2022 como Ano Europeu da Juventude. Comemoração do Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa (17.º Aniversário). Celebração do Tratado de Maastricht (28.º Aniversário da sua entrada em vigor). Comemoração da Queda do Muro de Berlim (32.º Aniversário). Realização, em Glasgow, da Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26), entre 31 de Outubro e 12 de Novembro. Celebração da proclamação da Carta dos Direitos Fundamentais da UE (21.º Aniversário). Comemoração do Tratado de Lisboa (14.º Aniversário da sua assinatura e 12.º Aniversário da sua entrada em vigor). A UE designa 2022 como o Ano Europeu da Juventude. A bandeira europeia faz 66 anos que foi adoptada pela primeira vez pelo Conselho da Europa, tornando-se emblema oficial da UE em 1985. Avaliação positiva de uma quinta vacina (da Nuvaxovid – desenvolvida pela Novavax) contra a COVID-19 pela Agência Europeia de Medicamentos e sua subsequente autorização na UE. Ao nível do Certificado Digital COVID da UE, a Comissão Europeia adota um período de aceitação vinculativo de nove meses para os certificados de vacinação, para efeitos de viagem no interior da UE. Término da Presidência Eslovena do Conselho da UE.

2022 é designado Ano Europeu da Juventude – Recursos CIEJD: Apresentação | Sopa de letras | Quiz. Arranque da Presidência Francesa do Conselho da UE. Celebração do 36.º aniversário da adesão às Comunidades Europeias de Espanha e de Portugal. Capital Europeia da Juventude 2022: Tirana (Albânia). Arranque da Presidência Francesa do Conselho da UE. Comemoração do 20.º aniversário da entrada em circulação das notas e moedas do Euro – Recursos CIEJD: Ficha de trabalho | Quiz | Sopas de letras – nível 1 e nível 2. Capitais Europeias da Cultura 2022: Novi Sad (Sérvia), Kaunas (Lituânia) e Esch-sur-Alzette (Luxemburgo). Capital Verde Europeia 2022: Grenoble (França). Cidades Folha Verde da Europa 2022: Valongo (Portugal) e Winterswijk (Países Baixos). Capital Europeia do Desporto 2022: Haia (Países Baixos). Capitais Europeias do Turismo Inteligente 2022: Bordéus (França) e Valência (Espanha). Cidade Europeia Acessível 2022: Luxemburgo (Luxemburgo). Eleição da nova Presidente do Parlamento Europeu: Roberta Metsola que se junta aos outros dirigentes europeus. Celebração dos 60 anos da Política Agrícola Comum (PAC). Comemoração do 10.º aniversário desde que as primeiras Iniciativas de Cidadania Europeia foram registadas. Celebração do Tratado de Maastricht (30.º Aniversário da sua assinatura). Comemoração do Acto Único Europeu (36.º Aniversário da sua assinatura). Arranque, em Portugal, da celebração do 35.º aniversário do Programa Erasmus. Comemoração do Tratado de Nice (21.º Aniversário da sua assinatura). Invasão da Ucrânia pela Rússia (24 Fevereiro), tendo o Presidente ucraniano (Volodymyr Zelensky) assinado o pedido formal de adesão à UE (28 Fevereiro). Conheça a resposta da UE a esta invasão e a sua solidariedade com a Ucrânia. UE ajuda a lançar negociações para um acordo mundial histórico sobre a poluição por plásticos. Conselho dá luz verde ao início das negociações relativas a um tratado internacional sobre pandemias. Comissão Europeia publica o Relatório Geral sobre a Atividade da UE em 2021 (documento e versão interactiva.). Na Reunião informal dos chefes de Estado ou de Governo, Versalhes, 10-11 de Março de 2022, o Conselho convidou a Comissão Europeia a apresentar os respectivos pareceres sobre os pedidos de adesão à UE da Ucrânia (datado de 28 de Fevereiro), da República da Moldova e da Geórgia (datados de 3 de Março). Declaração de Versalhes, 10-11 Março 2022: reforçar a soberania europeia e reduzir as dependências energéticas. Celebração dos Tratados de Roma (65.º Aniversário da sua assinatura). Comemoração do 27.º Aniversário do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD). Comemoração do Tratado de Nice (19.º Aniversário da sua entrada em vigor). Celebração do Tratado de Fusão (57.º Aniversário da sua assinatura). Explicações sobre as sanções da UE contra a Rússia. Anúncio dos resultados da primeira edição do Prémio Capitais Europeias da Inclusão e da Diversidade. Comemoração do Mês Europeu da Diversidade 2022. Celebração do Tratado de Amesterdão (23.º Aniversário da sua entrada em vigor). Comemoração da Adesão à União Europeia da Chéquia, do Chipre, da Eslováquia, da Eslovénia, da Estónia, da Hungria, da Letónia, da Lituânia, de Malta e da Polónia (18.º Aniversário). Celebração do Dia da Europa (9 de Maio) e da Declaração Schuman (72.º Aniversário). Comemoração do 36.º Aniversário da Bandeira da UE. Celebração do Lema da UE (22.º Aniversário): «Unida na Diversidade». Comemoração da rede europeia SOLVIT (20.º Aniversário). No âmbito do Ano Europeu da Juventude: nova ferramenta do Eurostat:  Jovens Europeus; lançamento da plataforma digital 3D – «Dá Voz à Tua Visão / Voice Your Vision». Encerramento da Conferência sobre o Futuro da Europa com a apresentação de um relatório final. Celebração do 10.º Aniversário da Iniciativa de Cidadania Europeia. Agressão da Rússia contra a Ucrânia: UE adota sexto pacote de sanções. Salários mínimos: Conselho e Parlamento Europeu chegam a acordo provisório sobre nova legislação da UE. Carregador comum: Conselho e Parlamento Europeu chegam a um acordo político provisório. Comemoração do Tratado de Adesão às Comunidades Europeias de Espanha e de Portugal (37.º Aniversário da sua assinatura). Celebração do Acordo de Schengen (37.º Aniversário da sua assinatura). Comemoração do programa Erasmus+ (35.º Aniversário do seu arranque) e emissão de uma moeda comemorativa Comissão Europeia emitiu, em 17 de Junho de 2022, o seu parecer sobre os pedidos de adesão à UE apresentados pela Ucrânia (em 28 de Fevereiro de 2022), pela Geórgia e pela República da Moldova (em 3 de Março de 2022). O Conselho Europeu de 23-24 de Junho de 2022 decidiu conceder o estatuto de país candidato à Ucrânia e à Moldova. Finança digital: acordo sobre Regulamento Mercados de Criptoactivos europeu (MiCA), em que a UE estabelece, pela primeira vez, um quadro regulamentar para os criptoactivos, os emitentes de criptoactivos e os prestadores de serviços de criptoactivos. Término da Presidência Francesa do Conselho da UE. Arranque da Presidência Checa do Conselho da UE. Celebração do Tratado de Fusão (55.º Aniversário da sua entrada em vigor). Comemoração do Acto Único Europeu (35.º Aniversário da sua entrada em vigor). Celebração do Segundo Tratado Orçamental (47.º Aniversário da sua assinatura), também conhecido como Tratado de Bruxelas.  Agressão da Rússia contra a Ucrânia: UE renova por mais seis meses as sanções económicas em resposta à agressão militar da Rússia contra a Ucrânia. Conselho adopta regulamento relativo à redução da procura de gás em 15% este Inverno. Estado da União: Discurso de 2022 proferido pela presidente da Comissão Europeia (Ursula von der Leyen). Celebração do 5.º aniversário da aplicação provisória do Acordo Comercial Global e Económico UE-Canadá (CETA). EU anuncia um montante histórico de 715 milhões de euros para o Fundo Mundial a fim de salvar milhões de vidas da SIDA, da tuberculose e do paludismo. União Europeia da Saúde: Uma nova abordagem da UE em matéria de deteção do cancro – alargar e melhorar o rastreio. Comemoração do 35.º aniversário do programa Erasmus. Conselho adopta decisão relativa à celebração de um acordo-quadro UE-Austrália. Agressão da Rússia contra a Ucrânia: UE condena ‘referendos’ ilegais em territórios ocupados pela Rússia, Conselho adopta assistência suplementar no valor de 5 mil milhões de euros a favor da Ucrânia, UE prorroga por mais seis meses as sanções individuais por violações da integridade territorial e Conselho adopta suspensão total do acordo com a Rússia sobre a facilitação da emissão de vistos. Conselho e Parlamento assinam acto legislativo sobre os mercados digitais. Celebração do Tratado de Amesterdão (25.º Aniversário da sua assinatura). Adopção do primeiro Plano de Acção para a Juventude na Ação Externa da EU para reforçar a interação com os jovens do mundo inteiro | Perguntas e respostas. Conselho adopta legislação da UE sobre salários mínimos adequados. Comemoração da Semana Europeia da Programação (10.º aniversário) que visa contribuir para a meta da Década Digital da UE de que 80% da população da UE possua, pelo menos, competências digitais básicas até 2030. Agressão da Rússia contra a Ucrânia: UE aprova um oitavo pacote de sanções contra a Rússia. Comemoração do Tratado de Maastricht (29.º Aniversário da sua entrada em vigor). Celebração da Declaração Universal da Diversidade Cultural (21.º Aniversário). Comemoração do 33.º Aniversário da Queda do Muro de Berlim. Atribuição do Prémio Cidade Europeia Acessível 2023: Skellefteå (Suécia) vence concurso. Celebração do Tratado de Lisboa (13.º Aniversário da sua entrada em vigor) e (15.º Aniversário da sua assinatura). Comemoração da Carta dos Direitos Fundamentais da UE (22.º Aniversário da sua proclamação). Celebração do Pilar Europeu dos Direitos Sociais (5.º Aniversário da sua proclamação). Comemoração da Bandeira Europeia (67.º Aniversário da sua adoção pelo Conselho da Europa). Atribuição do Prémio Capitais Europeias do Turismo Inteligente 2023: Pafos (Chipre) e Sevilha (Espanha) vencem concurso. Espaço Schengen: Conselho decide suprimir os controlos nas fronteiras com a Croácia. Atribuição do Prémio Capitais Europeias da Cultura 2027: Évora (Portugal) e Liepāja (Letónia) vencem concurso. Comemoração do 35.º aniversário do programa Erasmus+. Atribuição do Prémio Capital Europeia da Inovação 2022: Métropole Aix-Marseille Provence (França) vence concurso. Celebração do 70.º aniversário da entrada em funções do Tribunal de Justiça da UE. Término da Presidência Checa do Conselho da UE.

2023 – 2023 é designado Ano Europeu das Competências – Recursos CIEJD: Infografia | Quiz | Sopa de letras. Arranque da Presidência Sueca do Conselho da UE. Comemoração da Adesão às Comunidades Europeias de Espanha e de Portugal (37.º Aniversário). Celebração dos Tratados de Roma (65.º aniversário da entrada em vigor). Comemoração do Mercado Único (30.º aniversário) – Recursos CIEJD: Quiz | Sopa de letras. Celebração do 21.º aniversário da entrada em circulação das notas e moedas do Euro. Comemoração das Comissão Delors I (38.º Aniversário), Comissão Delors II (35.º Aniversário) e Comissão Delors III (30.º Aniversário). Croácia junta-se à zona Euro e ao Espaço Schengen. Capitais Europeias da Cultura 2023: Elefsina (Grécia), Timișoara (Roménia) e Veszprém (Hungria). Capital Europeia da Juventude 2023: Lublin (Polónia). Capital Verde Europeia 2023: Tallinn (Estónia). Capital Europeia do Desporto 2023: Glasgow (Reino Unido). Capitais Europeias do Turismo Inteligente 2023: Pafos (Chipre) e Sevilha (Espanha). Cidade Europeia Acessível 2023: Skellefteå (Suécia). Saída do Reino Unido da UE (Brexit) – (3.º Aniversário).Celebração da assinatura do Tratado da União Europeia, também conhecido como Tratado de Maastricht (31.º Aniversário). Comemoração da assinatura do Ato Único Europeu (37.º Aniversário). Celebração da assinatura do Tratado de Nice (22.º Aniversário) Encerramento do Ano Europeu da Juventude. Comissão Europeia congratula-se com o acordo político sobre o Ano Europeu das Competências. Publicação do Relatório Geral das Atividades da UE em 2022. Celebração da assinatura dos Tratados de Roma (66.º Aniversário). Comemoração do 28.º Aniversário do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD). Celebração da entrada em vigor do Tratado de Nice (20.º Aniversário). Comemoração da assinatura do Tratado de Paris (72.º Aniversário). Celebração da entrada em vigor do Tratado de Amesterdão (24.º Aniversário). Comemoração do 5.º e maior alargamento da União Europeia (19.º Aniversário). Celebração do Lema da UE (23.º Aniversário): «Unida na Diversidade». Comemoração do Dia da Europa (9 de Maio) e da Declaração Schuman (73.º Aniversário). Lançamento do Ano Europeu das CompetênciasInfografia (CIEJD). Comemoração da criação do Banco Central Europeu (25.º aniversário) – Recursos CIEJD: Infografia | Sopa de letras. Celebração da entrada em vigor do Segundo Tratado Orçamental também conhecido como Tratado de Bruxelas (46.º Aniversário). Relações UE-Reino Unido: UE toma novas medidas para implementar o Quadro de Windsor. Adoção, na UE, da Convenção de Istambul (Convenção para a Prevenção e o Combate à Violência Contra as Mulheres e a Violência Doméstica). Lançamento do Sistema Europeu de Patente Unitária. Comemoração do Tratado de Adesão às Comunidades Europeias de Espanha e de Portugal (38.º Aniversário da sua assinatura). Celebração do Acordo de Schengen (38.º Aniversário da sua assinatura). Término da Presidência Sueca do Conselho da UE. Arranque da Presidência Espanhola do Conselho da UEInfografia (CIEJD). Comemoração do Acto Único Europeu (36.º Aniversário da sua entrada em vigor). Celebração do Tratado de Fusão (56.º Aniversário da sua entrada em vigor). Comemoração do Segundo Tratado Orçamental (48.º Aniversário da sua assinatura). Celebração do Tratado de Paris (71.º Aniversário da sua entrada em vigor). Estado da União: Discurso de 2023 proferido pela presidente da Comissão Europeia (Ursula von der Leyen). Comemoração do 36.º aniversário do programa Erasmus+. Celebração do Tratado de Amesterdão (26.º Aniversário da sua assinatura). Comemoração do 11.º aniversário da Semana Europeia da Programação que visa contribuir para a meta da Década Digital da UE de que 80 % da população da UE possua, pelo menos, competências digitais básicas até 2030. Celebração da 21.º edição da Semana Europeia das Regiões e das Cidades, considerado o maior evento anual, que decorre em Bruxelas, dedicado à política de coesão. Comemoração do Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa (19.º Aniversário da sua assinatura). Assinatura da Declaração de León sobre a Neurotecnologia Europeia – a primeira declaração europeia para proteger os direitos digitais no desenvolvimento da neurotecnologia. Celebração de um acordo histórico entre a UE e o Japão sobre fluxos de dados transfronteiras no âmbito do diálogo económico de alto nível. Comemoração do Tratado de Maastricht (30.º Aniversário da sua entrada em vigor). Comissão Europeia adopta pacote de alargamento de 2023, recomenda a abertura de negociações com a Ucrânia e a Moldova, a concessão do estatuto de país candidato à Geórgia e a abertura de negociações de adesão com a Bósnia-Herzegovina, uma vez atingido o grau de conformidade necessário. Comissão Europeia apresentou um novo plano de crescimento para os Balcãs Ocidentais, que inclui 6 mil milhões de euros em subvenções e empréstimos para acelerar a convergência económica com a UE | Ficha informativa – O novo plano de crescimento para os Balcãs Ocidentais Comemoração da Carta dos Direitos Fundamentais da UE (23.º Aniversário da sua proclamação). Comemoração da Bandeira Europeia (68.º Aniversário da sua adopção pelo Conselho da Europa). Atribuição do Prémio Capital Europeia da Inovação 2023: Lisboa (Portugal) vence concurso. Celebração do Tratado de Lisboa (16.º Aniversário da sua assinatura) e (14.º Aniversário da sua entrada em vigor). Atribuição do Prémio Cidade Europeia Acessível 2024: San Cristóbal de La Laguna (Espanha) vence concurso. Para assinalar o 30.º aniversário da cidadania europeia, a Comissão Europeia apresentou um pacote de medidas destinadas a reforçar os direitos dos cidadãos da UE. No Conselho Europeu, realizado em 14-15 de Dezembro de 2023, os dirigentes da UE decidiram abrir negociações de adesão com a Ucrânia e a Moldova. Acordaram, igualmente, em encetar negociações com a Bósnia-Herzegovina (assim que estiverem preenchidas as condições necessárias) e concederam à Geórgia o estatuto de país candidato. Falecimento do Sr. Jacques Delors (patrono do CIEJD) – Infografia (CIEJD). Término da Presidência Espanhola do Conselho da UEInfografia (CIEJD).

2024 – em curso; optou-se por nada referir

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