O “boneco” acima chama-se Mark Rutte. É secretário-geral da NATO e foi primeiro-ministro dos Países Baixos. A Wikipédia apresenta-o profissionalmente como “professor e gerente”.
Acontece que o “gerente” em exercício da NATO esteve em Lisboa e afirmou que os 2% destinados pelo governo para a “Defesa”, em 2029, são insuficientes.
Rutte assume assim, o seu papel de agente do complexo militar dos Estados Unidos; e, sem pingo de vergonha, cumpre as ordens do patrão Trump. Mesmo que tenha de se socorrer das patetices plasmadas acima.
Este serviçal da indústria de guerra dos EUA, de nome Mark Rutte, quando era primeiro-ministro dos Países Baixos ficou sempre longe da meta dos 2% do PIB para a NATO
Este serviçal da indústria de guerra dos EUA, de nome Mark Rutte, quando era primeiro-ministro dos Países Baixos ficou sempre longe da meta dos 2% do PIB para a NATO