CARTA DE BRAGA -“a verdade dita por Chaplin” por António Oliveira

Um discurso de 1940 feito por Charlie Chaplin, o actor cuja dimensão é incomensurável, e se prolonga para além dos anos, substitui a minha Carta de hoje, por se aplicar perfeitamente aos tempos que vivemos.

Trata-se do discurso final do filme ‘O Grande Ditador’, que encontrei num daqueles órgãos de comunicação que os senhores doutores Luís Esteves e outros afins, ainda não conseguiram sacar das bancas, como num qualquer Plano Nacional de Leitura, tanto lá fora como cá dentro. E até havia uma ligação para o Youtube, ligação que deixo a seguir, com o pedido de, pensarem nos ditos e nos desgraçados que se mandam para as ‘linhas da frente’, nos grandes botões que têm o enorme poder de calcar, mas pequenos na dimensão humana que, queiram ou não, começa sempre por uma palavra que desconhecem, com toda a certeza, Dignidade!

E, por isso aqui fica também uma das frases daquele discurso – “O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém extraviámo-nos. A cobiça envenenou a alma dos homens… levantou, no mundo, as muralhas do ódio… e tem-nos feito marchar, a passo de ganso, para a miséria e morticínios

É conveniente não esquecer, nunca, o ‘passo de ganso’!

António M. Oliveira

Não respeito as normas que o Acordo Ortográfico me quer impor

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