Posts Tagged: língua portuguesa

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses no século XVI a XVIII (ii) – Ernesto V. Souza

Ficou no ar, suspensa, como as espadas entre os capítulos famosos do singular combate de D. Quixote com o Biscainho, a pergunta que fazíamos na anterior entrega: A questão é, como consideravam os galegos cultos antes do Século XVIII as

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses no século XVI a XVIII (ii) – Ernesto V. Souza

Ficou no ar, suspensa, como as espadas entre os capítulos famosos do singular combate de D. Quixote com o Biscainho, a pergunta que fazíamos na anterior entrega: A questão é, como consideravam os galegos cultos antes do Século XVIII as

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses nos s. XVI-XVIII (i)- Ernesto V. Souza

Há anos e de quando em quando, numas dessas séries de diálogos e debates pela internet e ao vivo, tenho ido comentando, com certo eco e surpresa nos meus interlocutores galegos e portugueses, que a leitura dos livros portugueses nos

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses nos s. XVI-XVIII (i)- Ernesto V. Souza

Há anos e de quando em quando, numas dessas séries de diálogos e debates pela internet e ao vivo, tenho ido comentando, com certo eco e surpresa nos meus interlocutores galegos e portugueses, que a leitura dos livros portugueses nos

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A N0SSA PENÍNSULA – 19 – A língua portuguesa – por Carlos Loures

  No passado sábado, 5 de Maio. foi o Dia da Língua Portuguesa. Esta data foi criada a partir de uma resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em 20 de Julho de 2009, realizada em

A N0SSA PENÍNSULA – 19 – A língua portuguesa – por Carlos Loures

  No passado sábado, 5 de Maio. foi o Dia da Língua Portuguesa. Esta data foi criada a partir de uma resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em 20 de Julho de 2009, realizada em

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

A GALIZA COMO TAREFA – e aí, na Espanha? – Ernesto V. Souza

“Portugal, hoje, está muito bem”, diz o rapaz, engenheiro eletrónico, aluno de pós-graduação, a uma outra companheira de turma. Ela, na casa dos 40, contrato precário de professora doutora e especialista em Engenharia florestal, afirma com a cabeça. “Pois é“,

A GALIZA COMO TAREFA – e aí, na Espanha? – Ernesto V. Souza

“Portugal, hoje, está muito bem”, diz o rapaz, engenheiro eletrónico, aluno de pós-graduação, a uma outra companheira de turma. Ela, na casa dos 40, contrato precário de professora doutora e especialista em Engenharia florestal, afirma com a cabeça. “Pois é“,

A NOSSA PENÍNSULA – 5 – Mosaico cultural – por Carlos Loures

(continuação) Numa tentativa frouxa de desacreditar a legitima luta dos catalães pela sua independência plena, surge um movimento exigindo a constituição de um Estado com a configuração geográfica do Al Andalus.  Um texto que publiquei há cerca de sete anos

A NOSSA PENÍNSULA – 5 – Mosaico cultural – por Carlos Loures

(continuação) Numa tentativa frouxa de desacreditar a legitima luta dos catalães pela sua independência plena, surge um movimento exigindo a constituição de um Estado com a configuração geográfica do Al Andalus.  Um texto que publiquei há cerca de sete anos

A NOSSA PENÍNSULA – 4 – A mítica Lusitânia – por Carlos Loures

(continuação) Depois de um pequeno desvio pelo Reino da Lusitânia Setentrional, volto à busca de uma razão consistente para que sejamos tratados por lusitanos  e chego *a conclusão de que essa razão e consistência não existem. Parte do território de

A NOSSA PENÍNSULA – 4 – A mítica Lusitânia – por Carlos Loures

(continuação) Depois de um pequeno desvio pelo Reino da Lusitânia Setentrional, volto à busca de uma razão consistente para que sejamos tratados por lusitanos  e chego *a conclusão de que essa razão e consistência não existem. Parte do território de

A NOSSA PENÍNSULA – 3 – A Lusitânia Setentrional – por Carlos Loures

(continuação) Fazendo uma pausa na busca do gentílico mais adequado aos portugueses, sabendo-se que lusitanos constitui uma liberdade poética pouco sustentada etimologicamente, hispanos e hispânicos não colhem grande adesão e espanhóis provoca uma acentuada repulsa, vou contar a história pouco

A NOSSA PENÍNSULA – 3 – A Lusitânia Setentrional – por Carlos Loures

(continuação) Fazendo uma pausa na busca do gentílico mais adequado aos portugueses, sabendo-se que lusitanos constitui uma liberdade poética pouco sustentada etimologicamente, hispanos e hispânicos não colhem grande adesão e espanhóis provoca uma acentuada repulsa, vou contar a história pouco

A NOSSA PENÍNSULA- 2 – GENTÍLICO – por Carlos Loures

(continuação) Vou, pois tentar expor o problema. De uma coisa estou certo: a questão continuará a suscitar dúvidas, mas espero que seja possível atingir um primeiro patamar de entendimento. Pelo menos, parece-me possível compreender e separar o que é erro

A NOSSA PENÍNSULA- 2 – GENTÍLICO – por Carlos Loures

(continuação) Vou, pois tentar expor o problema. De uma coisa estou certo: a questão continuará a suscitar dúvidas, mas espero que seja possível atingir um primeiro patamar de entendimento. Pelo menos, parece-me possível compreender e separar o que é erro

A NOSSA PENÍNSULA-1 Os Portugueses serão hispanos, lusitanos…? – por Carlos Loures

A nossa Península é um cadinho onde se misturam povos, costumes, tradições, culturas… Numa área relativamente reduzida (inferior à do Estado do Texas), concentram-se povos com idiomas, História, percursos culturais, distintos; protagonizaram a gesta dos Descobrimentos, que, relativamente aos limites

A NOSSA PENÍNSULA-1 Os Portugueses serão hispanos, lusitanos…? – por Carlos Loures

A nossa Península é um cadinho onde se misturam povos, costumes, tradições, culturas… Numa área relativamente reduzida (inferior à do Estado do Texas), concentram-se povos com idiomas, História, percursos culturais, distintos; protagonizaram a gesta dos Descobrimentos, que, relativamente aos limites

EDITORIAL – Língua Portuguesa – que futuro?

Nos dias 2, 3 e 4 de Novembro de 1989, realizou-se na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa um colóquio internacional com o título interrogativo que damos a este editorial – Língua Portuguesa – que futuro? Com a

EDITORIAL – Língua Portuguesa – que futuro?

Nos dias 2, 3 e 4 de Novembro de 1989, realizou-se na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa um colóquio internacional com o título interrogativo que damos a este editorial – Língua Portuguesa – que futuro? Com a