A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Lembrei-me do doente imaginário a propósito dos discursos do Pontal. O Doente Imaginário (Le Malade Imaginaire) foi a última peça escrita por Molière, em 1673. Nela, Molière satiriza a precária ciência do seu tempo, a medicina. Faz uma crítica feroz à relação médico-paciente, marcada pela frieza e pela cupidez. Em O Doente Imaginário, ele disserta sobre a má-fé dos poderosos – neste caso, a dos médicos, naquela época, charlatães, na maioria.
Parece que uma grande parte da Opinião Pública Nacional e Internacional se conjurou para desfeitear o Goebels da AR ,o tal que diz que o Pais está melhor,nem dos calos quanto mais. Haja pudor e vergonha.
Já nem os ouço. O Mundo virtual que inventaram, para se enganarem, pensando que enganam os outros, é mentira. Tudo nestes tipos do Pontal é mentira-fede e tresanda. Raios os partam. Mentirosos básicos
Não vou aqui fazer a defesa dos homens do pontal, mas convem que se reflita na nossa realidade atual e a que tínhamos há quatro anos atrás e já agora naquilo que representa uma herança