O Mundo das Crianças – a democracia do Chile – VI

(Continuação)

Fez um pacto com os Estados Unidos, para limpar ao Chile do comunismo. Decretou a famosa Lei Maldita, baniu aos seus eleitores PC, os enviara ao exílio ao arquipélago de Juan Fernández, mas vários barcos foram afundados no meio do mar, matando cidadãos chilenos as decenas. Outros, foram despojados do seu cargo, como o Senador Pablo Neruda, quem teve que fugir do país para salvar a vida e foi recebido na Itália pela consulesa e Prémio Nobel de Literatura Gabriela Mistral, a qual lhe outorgara as credenciais de que carecia na fuga precipitada. Gabriela Mistral, fora quem na Itália escondera ao Senador Neruda.

 

 

Os seus apoiantes retiraram a sua simpatia e acabou o seu governo, apenas dedicado a matar e governar com os seus rivais, o Partido Conservador. O seu governo passou sem gloria, mas com muita pena. O mulherengo Presidente. Tinha uma mulher linda, que nunca quis desempenhar o papel de Primeira Dama, e vivia sempre entre os negócio deLa Serena, D, Rosa Markman de Gonzáles Videla, sempre calma, tranquila e longe do seu marido. Não merecia o trato que recebia dentro da família: A mulher que o traidor traiu imensas vezes.

 

Os Estados Unidos, após dois anos de mandato, fizeram um convénio com González, para limpar o jardim de trás. Foi assim como todo partido de esquerda ficou banida e o Partido Radical, desprestigiado. Acabou por ser um Conservador, La Serena era toda dele e não soube governar. Apenas sabia trair:. Foi o primeiro em se apresentar a ditadura chilena, quando esta quis organizar um Conselho de Estado com os antigos Presidentes. Foi o primeiro em chegar, entro mudo e saiu calado, por causa de ser o único dos quatro vivos, a aparecer. O ditador não gostou e nunca mais foi convidado.

 

 

 

 

 

 

Videla na Revista Condorito, 1950

 

 

 

 

 

 

Foi o motivo que o poço traído fica-se descontente e o pró nazi Carlos Ibáñez del Campo, reformado do Exército como General en Chefe e a esconder as suas ideias nazis, organizou o seu próprio partido, o PAL, ou Partido Agrário Laborista, apresentou a sua candidatura e fez campanha , acompanhado sempre pela Senadora Maria de la Cruz, quem fazia os discursos, porque o General não sabia falar. Convidou ao Engenheiro para ser membro do seu comité de campanha e, a seguir, para ser membro do seu Gabinete. Mas o Engenheiro, quem me levava sempre as manifestações, sabia quem era quem e agradecei mas não aceitou. Símbolo do PAL era uma vassoura, para limpar as formas de governar o país Maria de la Cruz Toledo, nascida em 1912, María de la Cruz Toledo (Chimbarongo, 18 de septiembre de 1912Santiago, 1 de septiembre de 1995) fue una política chilena.

 

 

Fue la fundadora del segundo partido femenino en Chile: el Partido Femenino de Chile (19461954). Fue una política ibañista y simpatizante justicialista, oradora de fuste, participó en la campaña presidencial de 1952 de Carlos Ibáñez del Campo.

 

 

Tuvo un programa, María de la Cruz habla, en la radio Nuevo Mundo hasta 1978. En 1953 se presentó como candidata del Ibañismo para ocupar el cupo que había quedado vacante, dejada por Ibáñez al ser elegido presidente, en la senaduría por Santiago. Fue electa con 107.585 votos sobre un total de 210.802, convirtiéndose en la primera senadora chilena. El mismo año fue inhabilitada discutiblemente por el Senado en votación de21 a favor y 16 en contra.

 

Carlos Ibáñez del Campo (Linares, 3 de Novembro de 1877Santiago do Chile, em 28 de Abril de 1960) foi um político chileno, presidente de seu país por dois mandatos. O primeiro, ente 1927-1931; o segundo, este de que falamos, entre 1952 e 1958. O seu programa era acabar com as formas oligárquicas de governar e apoiar-se no povo para obter essa promessa de pão e abrigo. Quando desfilávamos para o Presidente, todos levávamos um pão, denominado marraqueta, para mostrar que tínhamos fome. Governou nos tempos em que as arcas do Estado estavam vazias e muitos oligarcas o apoiaram, por ser conveniente.

 

 

 

El Partido Agrario Laborista (PAL) fue un partido político chileno fundado en 1945 y disuelto en 1958.

 

Fue el resultado de la fusión del Partido Agrario, la Alianza Popular Libertadora, el Movimiento Nacionalista de Chile y la Unión Nacionalista.[1] En el manifiesto de su fundación establece como finalidad de su quehacer “lograr el orden público en el país, sobre la base funcional en la que el trabajo no sólo tuviera obligaciones sino también derechos cívicos indiscutibles”.

 

 

 

En el año 1951 proclama la candidatura presidencial de Carlos Ibáñez del Campo, conformando luego de su triunfo en los comicios la base, junto al Partido Socialista Popular, de su primer gabinete. En 1954 comienza a declinar su influencia y se produce su primera crisis en su interior que trae la división en dos partidos que utilizan el mismo nombre. Legalmente, la denominación de Partido Agrario Laborista la mantiene el sector que se ha declarado contrario al gobierno de Ibáñez, encabezado por el senador Julio von Mühlenbrock.

 

En las elecciones presidenciales de 1958 se producen nuevas divisiones: el sector oficial apoya la candidatura de Eduardo Frei Montalva, en tanto los militantes de Cautín y Biobío y disidentes que formaban el Partido Agrario Laborista Recuperacionista se incorporan a la candidatura de Jorge Alessandri. En octubre de dicho año se produce la disolución del PAL al fusionarse junto con el Partido Nacional en el Partido Nacional Popular (PANAPO).

 

En 1961 estalla el quiebre definitivo el PANAPO, ingresando un grupo a la Democracia Cristiana, otro se fusionaba con el Partido Democrático Nacional (PADENA), que integraba el Frente de Acción Popular (FRAP) y finalmente, un tercer grupo que procura mantener la unidad original sin éxito.

 

En las elecciones parlamentarias de 1965, un grupo trato de rearmar el PAL bajo la denominación de Partido Democracia Agrario Laborista dejando de tener existencia legal al no conseguir representación en ninguna de las Cámaras.

 

 (Continua)

 

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