Um café na Internet
o meu poema sabe a seiva, húmus e roseirais
o meu poema foi tecido em teares de vendavais
no meu poema mora o mar e marinheiros de punhais
no meu poema navegamos em oceanos de ideais
o meu poema nasceu das águas paradas no tempo
e foi baptizado o meu poema, numa noite de lamento
no meu poema há gritos de raiva e soluços de tormento
no meu poema há a liberdade que nos consome por dentro
o meu poema atravessou as ondas do desalento
e foi a força da vida que lhe deu o sentimento
o meu poema indefinido é travessia do momento
mágoa murmurada de lua no poço do esquecimento
estrela rendada no firmamento… do meu pensamento


Primoroso, Inês.
Obrigada Meu bom Amigo Adão. Obrigada tbém Carlos, João e querida Augusta. Os viajantes desta viagem são uma fonte de inspiração. Beijo enorme
Explêndido. Para insistir.