Apostas ilegais, ou simplesmente o imprevisto – por Carlos Godinho

 

L’Autorité de régulation des jeux en ligne annonce jeudi n’avoir relevé «aucune anomalie particulière» sur le marché français des paris sportifs suite à la qualification de Lyon après son succès à Zagreb (7-1).

«L’Arjel a procédé à des vérifications. A la lumière de l’analyse menée ce jour par le régulateur français, aucune anomalie particulière n’a été enregistrée, tant en ce qui concerne le montant cumulé des mises, le nombre de paris que leur dispersion en montants.» Ce midi, Jean-Michel Aulas avait laissé entendre sur RTL qu’il s’attendait à cette conclusion.

De son côté, l’UEFA a fait savoir qu’elle n’avait pas détecté de paris suspects sur la rencontre perdue 1-7 par Zagreb contre Lyon mercredi soir, ni sur celle opposant l’Ajax au Real d’ailleurs (0-3). Aucune enquête ne sera dilligentée. Utilisant un système de détection des fraudes, l’instance dirigeante du football européen a expliqué que ce dernier «n’avait rien montré d’irrégulier». (Avec AFP)

“L’Équipe”

Claro que numa situação destas não se poderia dizer algo de diferente, mas para quem viu o jogo, ou particularmente os golos, também não poderia deixar de esperar uma reacção tão forte sobre o asssunto. Toda a comunicação social europeia se referiu a este caso exactamente porque ficaram com dúvidas, ou pelo menos surpreendida, com a dimensão do resultado final. Se nada tiver acontecido de anormal, como parece ser o caso, será benéfico para o futebol que é somente um jogo e não uma ciência exacta.

Na passada semana, quando saí do País para me deslocar à Ucrânia para o sorteio do Euro 2012, Pepe deu uma excelente entrevista a Manuel Casaca, jornalista de “O Jogo”. Reproduzo aqui uma pequena parte dada a sua importância:

“Estou muito feliz com a opção (jogar por Portugal). Foi uma decisão minha, fruto daquilo que sentia e sinto.”, “Costumo dizer que Portugal deu-me tudo. Queria ter nascido em Portugal; é só isso que me separa. Mas o sentimento que tenho pelo povo português e pela Nação é como se fosse a minha casa, como se tivesse nascido aqui e como a minha família fosse daqui. Por isso as pessoas notam a minha entrega dentro do campo e a minha vontade de elevar o nome de Portugal o mais alto possível.”

 

Foto: Francisco Paraíso

Acho que um português de gema, nascido em qualquer lugar do nosso País, dadas as nossas características muito especiais enquanto povo, muito introvertidos no que diz respeito ao nosso patriotismo, dificilmente teria este tipo de discurso tão aberto, sério e agregador. Um exemplo a seguir.

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