Hoje, a exemplo do que já temos feito, vamos falar de nós.
Começámos as nossas edições regulares no dia 1 de Setembro do ano que findou – tínhamos iniciado as edições experimentais em finais de Julho. Os números de visitas e de leituras têm vindo a aumentar de uma forma sustentada e satisfatória: as visitas foram 8158 em Setembro, 9730 em Outubro, 16 574 em Novembro e 19 516 em Dezembro. Estamos a caminho das 60 000 visitas e das 120 000 leituras. Um crescimento relativamente rápido.
Neste último mês atingimos uma média diária de 631 visitas. O número de leituras acompanhou a subida das visitas e em Dezembro foi de 33 227, ou seja 1071 de média diária. Sabemos que, quando comparados com os níveis atingidos por alguns outros blogues, estes números são insignificantes. Mas também sabemos que podíamos apresentar números diferentes, muito superiores, se abdicássemos de certos princípios. No entanto, se para termos mais visitantes temos de abordar temas que nos façam perder os que agora nos visitam, não estamos interessados. Por exemplo, o futebol é um tema muito apelativo – porém recusamos abordá-lo de outra perspectiva que não seja a de referir a sua história ou de o analisar como fenómeno social. Entrar na discussão casuística, do penálti que foi ou não foi assinalado, seria abrir portas a um tipo de debate que nos traria leitores, mas que definitivamente naõ nos interessa.
O tencionarmos manter a postura actual, não significa que não queiramos melhorar. Nesse sentido, seria muito útil que quem nos visita nos apontasse erros e fizesse sugestões. Vamos introduzindo novas séries, criando iniciativas que nos parecem úteis, mas falta-nos o eco, o retorno do trabalho que fazemos.
Quem nos lê podia, de vez em quando, dizer “olá!”. Os «olás» que nos chegam, sendo bem-vindos, são escassos.
Isto é um apelo.

